sexta-feira, 3 de abril de 2026



  



Blog 3.

MUSEU VIRTUAL DOS TIJOLOS ANTIGOS.
Iniciativa realizada sem fins lucrativos com os objetivos direcionados para as pesquisas.

Voluntários que estão gentilmente colaborando com as atividades de edição desta obra: Geabriela de Mello, Rafael de Mello.
__________________________________________________________________________________________________________________________________

ATENÇÃO.

Esta obra está passando por atualizações. Cada um dos 368 tijolos registrados no acervo que estão sendo pesquisados terão seus resultados hsitóricos aqui publicados com o devido tempo.

Previsão de término, indetreminado.

Grato pela Atenção.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


LINKS PARA OS OUTROS SITES DO MUSEU.

Link para o Blog Lista das Antigas Olarias do Brasil 1 Que vai da letra A até a letra L.

Link para o Blog Lista das Antigas Olarias do Brasil 2. Que vai da letra M até a letra Z.

Link para o Blog Museu Virtual dos Tijolos Antigos 4. Em fase de montagem.

Link para o Blog Museu Virtual  dos Tijolos Antigos 5: Em fase de montagem.



Certificado de Cadastro na CNM. 
Cadastro Nacional de Museus. Tipo: Museu Virtual.





__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


A Visita de Dom Pedro a uma Olaria.

A citação abaixo é parte do diário de Dom Pedro II.


..."22 de agosto de 1875 — 4 ¾ da manhã 61º fora da janela. Parto às 5 para Sorocaba. Chegada às 7 a Sorocaba. Falei a um suíço Budicken engenheiro que me deu uma vista de Sorocaba e tem carta de recomendação do Presidente da Confederação Suíça Schenk e a um Luis Delfino que cria abelhas. Tem 800 cortiços e disse-me que a abelha que dá mais cera é a Mumbuca. Disse-me que aprendera a tratar as abelhas na quinta da Boa Vista, morando com o pai no Pedregulho. Há outros em Sorocaba que possuem 200 a 300 cortiços. Ouvi missa na matriz e parti às 8 para S. Paulo. Chegada ao meio-dia ½. Coberto de pó mudei-me e fui ver o Convento de S. Bento. Repararam-no — não achei as pintura antigas. Depois à fábrica do Dr. João Ribeiro de fazer tijolos, telhas, panelas, etc. e pedra artificial com ornatos. Os fornos admitem 80.000 e 30.000 tijolos. Faz telhas francesas. O sócio Clavel está em França e quer admitir todos os melhoramentos. É fábrica importante. Vi a marcenaria de Sydow. Tem máquinas das mais aperfeiçoadas. Visitei a triste casa dos lázaros. É uma senzala. Há de ter muito frio. Almoçam um pão de 2 vinténs com água e açúcar"...

Fonte: https://museuimperial.museus.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/VOL16.pdf
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Índice das Matérias  Publicadas:

Publicação Especial 00A: O TRIPÉ HISTÓRICO.

Publicação 001: Matéria. Origens Históricas.
Publicação 002: Matéria. O Maior Museu do Tijolo Antigo do Mundo.
Publicação 003: Arqueologia do Tijolo Antigo.  Bacharelando. Universidade metropolitana de Santos. UNIMES.
Publicação 004: Matéria. A primeira alvenaria de tijolos. Cidade de São Paulo data de 1610.
Publicação 005: Matéria. O Acervo.
Publicação 006: Tijolos. Palacete de Joaquim Franco de Mello. Avenida Paulista. São Paulo.
Publicação 007: Matéria. Esclarecimentos importantes. 
Publicação 008: Matéria. Obrigações Legais.
Publicação 009: Matéria. Números Gerados nesta Obra.
Publicação 010: Convite.
Publicação 011: Matéria. Reutilização Histórica.
Publicação 012: Matéria. Arqueologia: Análise e Datação por Geomagnetismo.
Publicação 013: Matéria. Certificados Dedicados aos Nossos Colaboradores.
Publicação 014: Tijolos. Estação da Luz.
Publicação 015: Matéria. Esclarecimentos.
Publicação 016: Matéria. Citações de Várias Fontes sobre Tijolos Antigos.
Publicação 017: Matéria. O Tijolo.
Publicação 018: Como o meu Acervo Começou. 
Publicação 019: O Primeiro Tijolo.
Publicação 020: Observações Importantes.
Publicação 021: O Tijolo e a "Estrela de Davi". Símbolo Judaico Moderno. O Anel de Salomão.
Publicação 022: The Weinerberger. A Maior Olaria do Mundo. Viena. Áustria. Texto em inglês.
Publicação 023: Tijolos. Fazenda Paraizo. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Publicação 024: Matéria. Museu Metropolitano de New York.
Publicação 025: Arqueologia. A importância do desenho.
Publicação 026: Em fase de catalogação. Arqueologia.
Publicação 027: Tijolos. Mosteiro de São Bento. Cidade de Sorocaba. Estado de São Paulo.
Publicação 028: 
Tijolos. Palacete do Barão do Rio Pardo. Bairro Campos Elíseos. 
Cidade de São Paulo. Em fase de catalogação.
Publicação 029: Tijolos. Quartel da Guarda Cívica. Parque Dom Pedro. Cidade de São Paulo.
Publicação 030: Em fase de catalogação. Matéria.
Publicação 031: 
Tijolos. Instituto Pasteur. Avenida Paulista. Cidade de São Paulo.
Publicação 032: Em fase de catalogação. Matéria
Publicação 033: Tijolos. São Luiz do Paraitinga. Estado de São Paulo.
Publicação 034: Em fase de catalogação. Arqueologia. O DATUM-POIT.
Publicação 035: Tijolos. Gravados com o Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Publicação 036: Tijolos. Vila Maria Zélia. Bairro do Belenzinho. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Publicação 037: Matéria. 
O Alto Custo dos Tijolos nas Décadas de 1860, 1970 e 1880.
Publicação 038: Arqueologia. Estudos das Argamassas.
Publicação 039: Tijolos. Chácara do Rosário. Cidade de  Itu. Estado de São Paulo. Fundada em 1756. 
Publicação 040: Tijolos. Tijolo Gravado com uma Suástica.
Publicação 041:  Matéria. O Tijolo de Waterloo. 1815.
Publicação 042:  Arqueologia no Museu das Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.
Publicação 043: Tijolos.  Antigos Casarios do Parque Ibirapuera. Cidade de São Paulo.
Publicação 044: Matéria. As Armadilhas das Datações.
Publicação 045: Em fase de catalogação. Arqueologia.
Publicação 046: Tijolos. Museu Ipiranga da USP. Bairro do Ipiranga. Cidade de São Paulo.

Publicação 047: Em fase de catalogação. Arqueologia.
Publicação 048: Tijolos. Vila Elvio. Cidade de Piedade. Estado de São Paulo. Em fase de catalogação.
Publicação 049: Matéria. Fluxograma da Indústria Cerâmica.
Publicação 050: Tijolo. Imperial Olaira. Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas, Estado de São Paulo. Em fase de catalogação.
Publicação 051: Tijolos.

IMPORTANTE...

...Gostaria em primeiro lugar de deixar bem claro que sem a ajuda de colaboradores 
esta obra seria impossível de ser realizada, devido as minhas várias limitações. Construir uma atividade cultural neste país não é e nunca foi uma tarefa fácil... Então, desde já muito obrigado a todos pela força que tenho recebido, sem vocês isto não passaria de uma coleção de objetos antigos sem identidade histórica/cultural...
marco antonio campos machado.

Entre, participe, critique, dê sua opinião, poste seus trabalhos, ideias,,,
Você é o fator principal e construtivo desta difícil obra...
Seja bem vindo e por favor volte sempre.
marco.machadosp57@gmail.com

... I would like first of all to make it clear that without the help of collaborators this work would be impossible to accomplish, beyond my limitations, building a cultural identity in this country is not and has never been an easy task ...  So, thanks in advance, thank you all for the strength I have received, without you this would be a collection of ancient objects without historical and cultural identity ...  marco antonio campos machado. 

 Come in, participate, criticize, give your opinion, post your work, ideas ... You are the main and constructive factor of this difficult work ...  Be welcome and please always come back.

Observações Importantes.

Pesquisar as origens dos tijolos antigos não é uma tarefa fácil, por isso temos que ter cautela quando aos resultados das pesquisas aqui publicadas, fruto de várias fontes, que nem sempre estão alinhadas com outras matérias do mesmo asssunto. Datas, locais e nomes variam constantemente de matérias para matérias, isto inclui as anotações e citações anotadas nesta obra.
O assunto fabricação de tijolos e suas fontes históricas, não são um campo de grande interesse para a arqueologia, fato esse que estou tentando mudar. Considerado o patinho feio da arqueologia, o tijolo antigo é sim um documento histórico que deve ser coletado e pesquisado com mais atenção, afinal são 12 mil anos de existência, são 12 mil anos de história...

1. Meu trabalho passa por atualizações constantes, já que os resultados pesquisados nas fontes mudam muito, quanto as descrições históricas, onde os itens: nomes das olarias, localizações e datas, entre outros, são os que mais apresentam discrepâncias, forçando assim a várias retificações.

2. Esta obra está aberta a todos que queiram de alguma forma participar das pesquisas históricas. Tenho recebido uma quantidade enorme de relatos sobre  fabricantes de tijolos que na maioria dos casos são citações de pessoas que tiveram parentes que trabalharam em olarias, tais como: Seus bisavós, avós e  pais, ou mesmo algum conhecido próximo das famílias, isso sem dúvida cria uma malha social histórica interessante, esses compartilhamentos são essenciais para o desenvolvimento cultural, pois aquilo que antes era apenas uma vaga lembrança passa a ser uma memória viva, um fato importante na história.

3. Identificar os fabricantes dos tijolos antigos tendo como fonte os nomes e em muitos casos uma sigla com uma ou duas letras gravadas na molduras ou não, é uma atividade que exige do pesquisador muita dedicação e paciência, já que as fontes são raras quanto ao assunto. Talvez sejam essas dificuldades que faz com que as matérias publicadas tenham muito pouco a apresentar quando o assunto é descobrir quem fabricou o tijolo que está sendo pesquisado, diante da escassez de informações o que poderia ser um trabalho com uma quantidade abrangente de itens relacionados aos tijolos, fica então, legado as poucas informações coletadas, criando assim um quadro histórico pobre em resultados.

Fontes.

4. Muitas das fontes aqui citadas, desde 2003, podem não ter seus links ativos, por várias razões, uma delas é mudanças de endereços de suas origens, neste caso é impossível verificar todas essas fontes desde de 2003. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação Especial 00A:

O TRIPÉ HISTÓRICO:

A Base das pesquisas do MVTA.

O TIJOLO. A OLARIA. A CONSTRUÇÃO.

Esta obra tem, além de outros objetivos, pesquisar detalhes históricos e físicos dos tijolos antigos, seus fabricantes e as histórias das construções a qual esses tijolos pertencem. Muitas das fontes pesquisadas para a criação deste proposta arqueológica, restrigem a poucos itens relacionados aos três assuntos citados abaixo, que formam o Tripé Histórico. Não quero em hioóetse alguma dizer que as fontes estão incorretas, isso não, elas atingiram com clareza os objetivos previamente discutidos e elaborados, mas considerando nossa proposta de coletar e atingir um espaço maior de informações, sobre essas três áreas, essas fontes ajudam em parte, já que a maioria dos itens históricos pesquisados para este trabalho não constam nessas fontes.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
O Tripé e as Três Direções:

1. A história do tijolo antigo. 24 itens para serem pesquisados.
2. A história de seus fabricantes. 51 itens para serem pesquisados.
3. A história das construções a qual o tijolo pertence. 45 itens para serem pesquisados.

Com o passar dos tempos e durante as pesquisas outros itens podem ser acrescentados ao projeto. O primero projeto tinha seguinte configuração quanto aos itens:

1. A história do tijolo antigo. 12 itens.
2. A história de seus fabricantes. 22.itens.
3. A história das construções a qual o tijolo pertence. 19 itens.

A Proposta.

Iniciativa essa que não tem similaridade na literatura atual, se consideramos a relação ao foco principal desta obra que é composta por três fontes já citadas acima. O que encontramos em alguns documentos e matérias de forma geral, é uma visão muito restrita sobre os assuntos aqui aboradados que deixam perguntas como: Quem, quando e onde os tijolos foram fabricados,

sem respostas, sendo assim, nosso trabalho atua em um leque muito mais amplo e abrangente, muito mais rico em dados históricos, afinal um tijolo não tem somente comprimento, largura, altura, tem muito mais que isso para serem pesquisados.

Complemento:

Dentro do contexto citado acima podemos com certeza, afirmar que a ideia de um projeto de estudos onde estão incluídos: os tijolos antigos, seus fabricantes e suas construções, devidamente assentados em um tripé histórico, sem dúvida contribui para uma forte ligação entre essas três áreas. Afinal pesquisar as áreas separadamente, é possível sim, porém a proposta desse projeto a uma linha histórica reta onde no caminho encontra-se os três assuntos relacionados, o produto, seu produtor e seu local de utilização.

Podemos encontrar várias pesquisas que narram as três propostas separadamente e foi essa a razão de criar um quadro de estudos onde ao mesmo tempo, e numa mesma sequência cronológica onde pudéssemos ter em uma mesma plataforma os três elementos que compõe esta obra. Nosso projeto é composto de várias matérias sobre tijolos, Olarias e construções, onde todos os itens tem sua própria história.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1. Origens dos Tijolos. 24 Itens Pesquisados.


1. Gravações: O que os fabricantes gravavam nos tijolos.
2. Gravações com letras: E R, C D, K L M.
3. Gravações com números: 1890, 1, 25, A 2 K.
4. Gravações com de desenhos, síbolos: Que podem ser de fontes variadas, exmplos:
    a- Natureza. Formas humanas, animais plantas.
    b- Astronômica:. Estreal, lua, sol.
    c- Religiosa: Cruz, estrela, brasões.
    d- Militar:Arams. estrelas, brasões.
5. Gravações, formato do relevo: Alto ou baixo.
5. Medida de comprimento: 50cm, 30cm, 14cm.
6. Medida de largura: 14cm, 12cm. 10cm,
7. Medida de altura: 8cm, 7cm, 6cm.
8. Medida de volume: 2.500, 1.500, 1.300cm³.
9. Medida de peso: 5.200, 3.500. 2400g.
10. Tijolo gravado com moldura: Sim ou não.
11. Formato geométrico da moldura. Que pode ser um retangulo, reantngulo arqueado, entre outras formatos.
12. Composição química. Sistema ainda não realizado por falta de recursos para análises em laboratório especializado.
13. Datação via laboratório (C14). Sistema não realizado por falta de recursos. Neste caso so sistema aplicado é o da Datação Relativa.
14. Cor da massa com base na Carta de Munsell: 7 5YR 12/6, 5YR 8/4, 5YR 6/4.
15. Sistema de fabricação manual: Tijolos fabricados totalmente de forma manual.
16. Sistema de fabricação mecanizada: Tijolos fabricados totalmente de forma mecanizadal.
17. Indícios de marcas deixadas durante a fabricação, exemplo: marcas humanas e de animais.
18. Indícios de materiais que não fazem parte da composição da massa. Madeira, fragmento de rochas, entre outros materiais comumente encontrados dentro dos tijolos.
19. Presença de argamassa: A argamassa usada no assentamento dos tijolos.
20. Estudos visuias quanto apresença de riscos na parte de trás dos tijolos que indicam fabricação manual.
21. Integridade da peça: íntegra, parcial, incompleta.
22. Finalidade específica quanto a sua empregabilidade, por exemplo: Um ornamento, um refretário para uso em fornos e lareiras, tijolos para cobertura de piso das tulhas de café, entre outras dezenas de funções. Uso em paredes/sutentação.
23. Fabricado no Brasil: Sim ou não.
24. País de origem: Italia, portugal, Reino Unido.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


2. As Origens de Antigas Olarias. 51 Itens Pesquisados sobre as Olaria:


Pesquisar as origens de antigas Olarias no Brasil, não é uma tarefa fácil, devido a poucos registros históricos que atendam as necessidades das propostas de pesquisas do MTA. O “problema” reside no fato de que os trabalhos acadêmicos limitam-se a poucas informações sobre fabricantes de tijolos. As fontes que vem sendo usadas em nossas pesquisas limitam- se a citar o nome do proprietário da Olaria, o bairro que ela pertencia e uma data referente a algum documento da época, o que está muito, muito longe das nossas propostas de informações históricas. Ao citar apenas o nome do proprietário, um bairro, e uma data, dependendo do caso, para determinados trabalhos é o suficiente e correto, mas para nossas pesquisas, não, pois nossa proposta é estudar as Olarias com todas as suas informações históricas que elas geraram durante sua existência. Nosso objetivo segue um padrão muito mais elaborado com mais itens relacionados ao assunto que servirão de fontes para nossas pesquisas.


1. Quem era o proprietário da Olaria: Nome do proprietário, temos que considerar que muitas olarias eram arrendadas, por isso o dono pode ser uma outra pessoa que pode ou não constar em documentos comercias e públicos.
2. O nome oficial da Olaria: Olaria São João, Olaria da Serra, Olaria Santa Rita.
3. O nome fantasia da olaria: Olaria São João, Olaria da Serra, Olaria Santa Rita.
4. Sua data de fundação: 1860, 1895, 1930.
5. O tempo de atividade: 10, 20, 30 anos.
6. A data de encerramento: 1850, 1895, 1957.
7. Endereço: País.
8. Endereço: Estado.
9. Endereço: Cidade.
10. Endereço: Logradouro e número.
11. O que era gravado nesses tijolos, sua identificação. Um desenho, uma nome, uma sigla, Dos 360 tijolos cadastrados nos inventários do acervo do MVTA, 30% não tem qualquer identificação do fabricante.

12. Que tipo de materiais essa empresa fabricava:
13. Fabricava somente tijolos.
14. Fabricava somente telhas.
15. Fabricava tijolos e telhas.
16. Fabricava tijolos, telhas e outros materiias construtivos:
17. Fabricava somente louças brancas:
18. Fabricava todo tipo de material cerâmico:
19. Qual o sistema de fabricação: Manual ou mecanizado.
20. Qual era o sistema de armazenamento: Barracões fechados, colodaos em patios extenos sem proteção.
21. Como era seu sistema de vendas:
22. Venda direto na Olaria:
23. Venda em um ponto comercial próprio:
24. Venda através de um representante comercial:
25. Sistema de pagamento de impostos: Possuia, não possuia.
26. Pagava imposto sobre produção:
27. Pagava imposto por cada chaminé:
28. Pagavam imposto por cada forno:
29. Pagavam imposto pela retirada da argila:
30. Pagavam imposto pela retirada das madeiras para os fornos:
31. Pagavam imposto pelo transporte desses materiais até a olaria:
32. O proprietário era o único oleiro: Em algumas olarias além do proprietário como oleiro, ele tinha também outros profissionais contratados por tempo fixo ou por impreitadas.
33. A olaria possuia mais de um oleiro: 2, 3, 4.
34. Como os oleiros eram identificados nos tijolos: Muita olarias identificavam os oleiros por números, exemplos: Olaroa Antonini Domenico, A 1 D, A 2 D, A 3 D.Informações gravadas nos tijolos.
35. Havia algum sistema de controle ambiental: Sim ou não.
36. Era uma olaria arrendada: Sim ou não.
37. Era uma Olaria com sistema de produção somente familiar: Sim ou não.
39. Era uma empresa de sociedade aberta ou fechada: S/A, Ltda.
39. A Olaria era uma empresa oficialmente legalizada: Isto é, tinha registro da empresa nos órgão públicos , Federal, Estadual e Municipal. Muitas olarias não possuiam qualquer registro público.
40. Tinha uma cava própria de onde retirava a argila: Sim ou não.
41. Os fornos tinham chaminés elevados: Alguns chaminés eram de até 3m de altura, alguns passavam dos 20m.muitos fornso não tinham um sistema de saida da fumaça via chaminés.
42. A mão de obra era livre ou escrava: Sim ou não.
43. Era uma Olaria de fazenda: Muitas fazendas tinham sua própria olaria.
44. Produção somente para consumo próprio: Sim ou não. Muitas alegavam que a produção era apenas para uso próprio, assim fugiam do pagamento de impostos, por não comercializarem suas produções, porém muitas vendiam sim tijolos e telhas.
45. Produção para consumo próprio por um pequeno período: Sim ou não.
46. Era uma Olaria de engenhos, açúcar, café entre outros produtos.
47. Produção somente para consumo comercial: Fabricação voltada apenas para comercialização.48. Produção para consumo próprio e comercial: Sim ou não.49. Planta oficial da Olaria: A maior parte das olarias não possuiam plntas de suas estruturas.
50. Imagens fotográficas da Olaria: Sob pesquisas: Sim ou não.
51. Registros Federias, Estaduias e Municipais: Sim ou não.

Além de outras informações que surgem durante as pesquisas. É possível notar que as propostas informativas são bem diferentes daquelas que já existem em comparação as diretrizes do nosso trabalho, onde procuramos criar um panorama histórico muito mais específico e muito mais detalhado historicamente.


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3. As Origens das Construções. 45 Items Pesquisados.

1. Proprietário da construção: Quem era oproprietáro da construção.
2. Localização: País.
3. Localização: Estado.
4. Localização: Cidade,
5. Localização: Bairro.
6. Localização: Logradouro.
7. Quem foi o Construtor:
8. Quem foi o Engenheiro:
9. AQuem foi o Arquiteto:
10. Tipo de arquitetura:
11. É uma construção de domínio civil: Sim ou não.
12. É uma construção pública: Sim ou não.
13. Ano de início da construção:
14. Período da construção:
15. Ano de finalização das obras/inauguração:
16. Sistema construtivo original ou primário:
17. Construção somente de taipa:
18. Construção somente em alvenaria de tijolos:
19. Construção somente em alvenaria de rochas: .
20. Construção somente em alvenaria de madeira:
21. Construção somente de taipa e tijlos:
22. Construção somente de taipa, tijlos e rochas:
23. Construção somente de taipa, tijlos, rochas e madeira:
24. Tipo de argamassa somente de barro:
25. Tipo de argamassa somente cal e areia:
26. Tipo de argamassa somente cal, areia e cimento:
27. Construção térrea ou com mais andares:
28. Há uma planta oficial da construção:
29. Fotográfias antigas do local:
30. Passou por reformas:
31. Passou por restaurações:
32. Condições estruturais atuais:
33. Durante sua existência teve outros proprietários:
34. Durante sua existência mudou sua finalidade original, exemplo: de residencial para comercial:
35 Existem documentos que registram compras de materiais de construção, tal como tijolos:
36. Tombado por Órgãos: Federal, Estadual e ou Municipal:
37.8Ainda pertence a mesma família:
38. Condições atuias: Demolida, ainda existe, em ruínas.
39. Tijolos importados:
40. Tipo de reboco somente de barro:
41. Tipo de reboco somente de barro com areia:
42. Tipo de reboco somente de barro com areia e cal:
43. Tipo de reboco somente de barro, areia, cal com a presença de conchas. (Sambaqui):
44. Tipo de reboco somente de cal, areia e cimento:
45. Plantas antigas do bairro:

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Atualizações.

Atualizado em 26/04/2026.
146 itens foram atualizados hoje.

Este Blog é um laboratório para construção de um futuro site.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Lista das Antigas Olarias do Brasil 1.

O MVTA criou uma lista com informações de olarias e cerâmicas catalogadas em várias fontes. Esse trabalho tem como finalidade agrupar em um só local as informações pesquisadas sobre fabricantes de tijolos de todo o país, facilitando assim os trabalhos de levantamentos de dados históricos sobre a indústria ceramista brasileira, desde de seu início por volta de 1530, até os dias de hoje. O site está em fase de atualizações. 09/04/2026.
O link https://antigasolariasdobrasil1.blogspot.com/



22 de agosto de 1875 — 4 ¾ da manhã 61º fora da janela. Parto às 5 para Sorocaba. Chegada às 7 a Sorocaba. Falei a um suíço Budicken engenheiro que me deu uma vista de Sorocaba e tem carta de recomendação do Presidente da Confederação Suíça Schenk e a um Luis Delfino que cria abelhas. Tem 800 cortiços e disse-me que a abelha que dá mais cera é a Mumbuca. Disse-me que aprendera a tratar as abelhas na quinta da Boa Vista, morando com o pai no Pedregulho. Há outros em Sorocaba que possuem 200 a 300 cortiços. Ouvi missa na matriz e parti às 8 para S. Paulo. Chegada ao meio-dia ½. Coberto de pó mudei-me e fui ver o Convento de S. Bento. Repararam-no —

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 001:

Matéria.
Origens Históricas.
As Origens da Palavra Tijolo:

1. A palavra tijolo vem do Latim "LATER".
2. A palavra "tijolo" que vem do castelhano "tejuelo" diminutivo de "tejo", que significa caco de telha.

    Pesquisar origens históricas de qualquer produto antigo não é uma tarefa fácil e os tijolos antigos não seriam uma exceção. No início do século XX havia centenas de olarias somente na cidade de São Paulo. A cada 20 olarias nessa época por volta de duas ou três eram oficialmente reconhecidas com empresa. A falta de documentos oficias provocaram um gigantesco rombo no sistema de identificação dessas empresas que na maioria eram olarias de propriedades particulares e clandestinas. uma das conclusões que fiz durante um estudo num grupo de tijolos fabricados nos Estados Unidos pude concluir que a cada 100 tijolos fabricados por lá apenas 5 não tinham qualquer tipo de identificação, mas quando se compara com os fabricados no Brasil a diferença é bem acentuada, a cada 100 tijolos catalogados que foram fabricados aqui a quantidade é de 30 sem identificações para cada 100 com alguma anotação.

   Uma observação é importante, é comum encontrar tijolos com desenhos de objetos ou símbolos que representam organizações sociais, sejam elas, religiosas ou não. E esse sistema de gravação depende de muita pesquisa para identificação da origem de seu fabricante. Já encontrei uma variedade enorme de desenhos e símbolos gravados em tijolos. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 002:

Matéria.
O Maior Museu do Tijolo Antigo do Mundo.

Old Red Brick Museum. Maizuru. Japão.  
A nossa proposta é criar  um museu somente de tijolos cerâmico, já que no Museu Japonês tem tijolos de outros materiais e outros tipos de produtos cerâmicos.
https://akarenga-park.com/

No Japão os tijolos de barro modernos para construção surgiram pela primeira vez em meados do século XIX.


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 003:

Matéria.
Introdução.

...Um Objeto que tem mais de 12 mil anos de existência sem dúvida tem muitas histórias para nos contar...
marco antonio campos machado.

Nosso Acervo é composto somente de tijolos
fabricados até a década de 1940.

     Tenho como tijolo antigo para o nosso acervo os que foram fabricados até a década de 1940. As razões para a escolha dessa data são: 
    1-   A criação da Associação de Normas técnicas que só aconteceu em 1940. 
   2-  O Congresso de  julho de 1931 o Boletim do Instituto de Engenharia, de São Paulo publicou o artigo intitulado “A simplificação do tijolo entre nós – Nova sugestão para a unificação das dimensões dos nossos tijolos comuns” , assinado pelo engenheiro Armando Arruda Pereira , à época diretor industrial da Cerâmica São Caetano S/A, uma das maiores empresas paulistas produtoras de telhas e tijolos empregados na indústria da construção no estado durante ao menos seis décadas do século XX. A proposta do artigo de Pereira era complementar o trabalho por ele apresentado no I Congresso de Habitação, realizado na cidade de São Paulo no início do mesmo ano de 1931. O artigo divulgava a proposta para padronização do “Tijolo Paulista”, elaborada por engenheiros e profissionais da indústria cerâmica. 
    3-   O reconhecimento de muitas olarias clandestinas que ocorreu somente em 1920.
  4- A definição de tijolo quanto as suas medidas num congresso onde participou o engenheiro industrial Roberto Simonsen em 1937.
    Baseando-se nesses e outros fatos, resolvi estabelecer o final régua histórica dos tijolos antigos até a década de 1940 já que seu início pode ter cido em 1575 com o surgimento da olaria de Christovam Gonçalves, mas o documento se refere a fabricação de telhas e não de tijolos. A primeira citação do emprego de tijolos só aparece descrito em um documento de 1610 na cidade de São Paulo.

   I have as old brick for the collection those that were manufactured before 1940. The reasons for choosing this date are several: the creation of the Technical Standards Association that only happened in 1940. The July 1931 Congress the Bulletin of the Institute of Engineering , from São Paulo published the article entitled “The simplification of the brick between us - New suggestion for the unification of the dimensions of our common bricks”, signed by engineer Armando Arruda Pereira, at the time industrial director of Cerâmica São Caetano S / A, one of largest São Paulo companies producing tiles and bricks employed in the construction industry in the state for at least six decades of the 20th century. Pereira's article proposal was to complement the work he presented at the 1st Housing Congress, held in the city of São Paulo at the beginning of the same year, 1931. The article disclosed the proposal for standardization of “Tijolo Paulista”, developed by engineers and ceramic industry professionals. The recognition of many clandestine potteries only in 1920, among others. Based on these and other facts, I decided to establish the final historical rule of the old bricks in the year 1940 since its beginning may have started in 1575 with the appearance of the pottery of Christovam Gonçalves, but the document refers to the manufacture of tiles and not of bricks that only appears to be described in 1610 in the city of São Paulo.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 004:

Matéria.
A primeira construção realizada em alvenaria de tijolos 
na cidade de São Paulo data de 1610.

    A produção oleira da cidade de São Paulo remonta aos tempos coloniais. Em 1575 a Câmara aprovou a constituição da olaria de Christovam Gonçalves para que fossem produzidas telhas de barro a serem utilizadas nas construções de taipa da vila (BRUNO, 1954, pág. 474). O registro da primeira edificação realizada em alvenaria de tijolos da cidade data de 1610. Fernando Alvares, primeiro juiz de oficio dos oleiros de São Paulo, produziu quantidade suficiente de tijolos para a construção do Pelourinho da Câmara. Apesar de pouco empregada até meados do século XIX, a alvenaria de tijolos permaneceu como uma técnica quase exclusiva dos edifícios e equipamentos públicos. Ainda assim, poucas construções eram completamente erguidas com essa técnica. A maior parte da produção oleira era empregada no calçamento das ruas e no ladrilhamento das igrejas, além das telhas, prática recomendada pela Câmara desde 1599.

    Obs.: Apesar do documento citar a olaria de Christovam Gonçalves em 1575, ele não faz referência a fabricação de tijolos.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 005:

Matéria.
O Acervo.

    Nosso acervo tem hoje 97 tijolos que estão postados neste blog, no total eram 468, e mais centenas deles aguardando oportunidade de coleta, mas com os problemas de isolamentos ainda não foi possível, mas o potencial de aquisições é muito, muito maior. A maioria dos tijolos antigos são frutos de doações, mesmo as encontradas em caçambas para descarte. Esses tijolos são de propriedade legal de seus doadores e serão devolvidos, se esse for o desejo, caso solicitado. Somos guardiões da história e não donos dela, pois, todo esse material pertence ao patrimônio histórico de todos os brasileiros. Grato pela atenção. Seja sempre bem-vindo a participar deste trabalho, sua presença aqui é nosso principal objetivo.

Important clarification.
All the bricks in the collection are the result of donations and belong to their places of origin and will be returned as soon as requested. We are just guardians of history and not the owner of it. 
Marco Antonio Campos Machado.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Arqueologia do Lixo. 

   Ao considerar o tema acima levei em conta a forma como muitos dos tijolos do acervo foram adquiridos. Visitar prédios antigos que passam por restaurações, reparos ou demolições é sempre possível encontrar em caçambas de descartes Tijolos Antigos com mais de 150 anos. Muitos colaboradores que deparam com situações semelhantes me ligam e assim vamos até o local para fazer um contato ou eles mesmos fazem o trabalho de solicitar as doações. Como podemos notar ficou bem apropriado, neste caso, o tema Arqueologia do Lixo. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 006:

Tijolos.
Palacete de Joaquim Franco de Mello. Avenida Paulista. São Paulo.




    O terreno comprado por Joaquim do Banco de São Paulo era próximo à Vila Fortunata, onde Alexandre Honoré Marie Thiollier e sua família mantinham uma casa de campo. Também eram vizinhos seus os sucessores de Regina Angélica Ferreira de Moraes. O lote de 118 m de comprimento por 40 m de largura foi dividido por Joaquim em duas partes de 20 x 118 m, deixando o lote mais próximo da residência de Thiollier vazio, provavelmente para a realização de negócio que não se concretizou, e o outro para a implantação de sua residência. Isso explica porque, hoje, a casa parece descentrada em relação ao lote original, de 40 m de largura. A residência de 1905 foi empreendida sob encomenda de Joaquim a Antonio Fernandes Pinto. Sem diploma de engenheiro ou arquiteto, o empreiteiro português, após a obra, largou rapidamente sua profissão de construtor para viver de juros, à semelhança de seu antigo contratante, tornando-se proprietário de prédios de aluguel. O estilo eclético com características de chalé, ideal arquitetônico que teve bastante profusão na São Paulo da época (CAMPOS, 2008), de acordo com relato concedido por Renato Franco de Mello, foi escolhido para a residência 2. Seu tom pitoresco correspondia à característica suburbana da Avenida Paulista de então.
    É possível que a escolha de uma estética campestre correspondesse à apreciação de Joaquim pela simplicidade e a objetividade como virtudes. Tais características podem ser vistas em seu retrato: o despojo da barba e dos óculos, tão comum nos retratos masculinos da época, signos de uma mente iluminada pelo trabalho intelectual, revela a sua preferência por mostrar a si mesmo como um empreendedor. Esse aspecto pragmático da personalidade de Joaquim também se faz presente nas proporções da casa, que possuía aproximadamente 230 m2, não tendo dimensões de nenhum casarão ou palacete. 
    A geometria retangular da construção foi fortemente influenciada pelas limitações do estreito lote. Consequentemente, a planta da casa possuía apenas um corredor que estruturava toda a circulação no sentido frente-fundos, reminiscência da “casa-corredor”, presente no solo urbano de São Paulo desde o período colonial (LEMOS, 1999). Havia três pequenas salas que operavam como “filtros” desse trânsito, que tem início na porta de entrada e termina na cozinha. Serviçais e donos realizavam os mesmos caminhos e a presença de uma única latrina, localizada aos fundos da residência, provavelmente levava os visitantes também a frequentarem as áreas íntimas e próximas aos serviços. 
    Esquematicamente, a casa podia ser dividida em três áreas: a frontal, onde estavam os cômodos relacionados à recepção (sala de visitas) e ao trabalho (escritório); intermediária, onde se concentrava a vida familiar (sala de jantar e quartos); e fundos, com as peças de serviço (cozinha, copa e despensa) e higiene (latrina e banheiro). A tentativa de setorização e hierarquização dos usos contrastavam com a circulação única, que necessariamente aproximava ruídos, cheiros e corpos pouco desejados, idealmente, para o desenvolvimento pleno das atividades conforme os padrões ditos franceses de morar (LEMOS, 1986; HOMEM, 1996).
Revista CPC, São Paulo, n.20, p.36–77, dez. 2015. 45
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Os Tijolos.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00750.
Número de Controle: 0001.
Construção: Palacete Joaquim Franco de Mello. 
Local da construção: Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Local de coleta: Avenida Paulista nº 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Ano da construção: 1905. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Doado pelo Sr. Renato Franco de Mello. 
Leia mais em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/dono-casarao-paulista-morre/
Data da coleta: 2010. 
Fabricante: Cerâmica Sacoman São Paulo 
Local do fabricante: Estrada das Lágrimas. Bairro do Sacoman. São Paulo. 
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX
Datação do tijolo: Aproximadamente 95 anos em 2010.
Obs.: Essa data está baseada no fato de que os tijolos foram comprados direto das olarias e não vindo de demolições de construções mais antigas, caso esse tenha sido o sistema de
compra dos tijolos, então sua datação poderá ser bem mais antiga.
Data de fundação da Olaria: por volta de 1893.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes: A primeira grande fábrica de produtos cerâmicos do Brasil foi fundada em São Paulo, em 1893, por quatro irmãos franceses, naturais de Marselha, com o nome de Estabelecimentos Sacoman frères (Irmãos Sacoman), posteriormente alterado para Cerâmica Sacoman S.A. 
Marca do fabricante: SACOMAN (Palavra Sacoman)
Estilo da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Medidas: 
Comprimento: 25,5cm. 
Largura: 12,0cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1836cm³. 
Peso: 3.340g.
Código Munsell: 7. 5YR 7/6.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PM-001.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00749.
Número de Controle: 0002.
Construção: Palacete Joaquim Franco de Mello.
Local da construção:  Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Local de coleta: Avenida Paulista nº 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Ano da construção: 1905. 115 anos em 2010. 
Doado pelo Sr. Renato Franco de Mello. 
Leia mais em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/dono-casarao-paulista-morre/
Data da coleta: 2010.  
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX
Datação do tijolo: Aproximadamente 95 anos em 2010.
Considerando o ano da construção 1905, os tijolos com essa marca só fizeram parte da construção 5 anos depois.
Fabricante: Companhia Cerâmica Villa Prudente. 
Quanto a sua fundação: 
1- A Companhia Cerâmica Villa Prudente que foi fundada pelo Dr. Dr. Luiz Anhaia Mello. 
Fonte: (Marcos Vinicíos Gomes de Medeiros). 
o_crescimento_urbano_industrial_do_bairro_da_vila_prudente_atraves_dos_clubes_desportivos_locais.pdf 
2- A Companhia Cerâmica Villa Prudente, localizada na capital e fundada em 1910 por um grupo de industriais e engenheiros paulistas, tendo como seu presidente Francisco de Paula Ramos de Azevedo. Tratava-se de uma das mais importantes cerâmicas do Estado, durante as primeiras décadas do século XX, e estava dividida em três seções, produzindo uma linha bastante Annals of Museu Paulista. v. 12. Jan.-Dec. 2004. 173 diversificada de produtos, como telhas, tijolos, ladrilhos, azulejos, pratos e tigelas de louça vidrada. 
3- A Cerâmica Villa Prudente foi adquirida, em 1922, pelo imigrante italiano Giuseppe Zappi. 
Fonte da Fotografia: 
http://lemad.fflch.usp.br/sites/lemad.fflch.usp.br/files/2018-04/o_crescimento_urbano_industrial_do_bairro_da_vila_prudente_atraves_dos_clubes_desportivos_locais.pdf 
Local do fabricante: Rua Capitão Pacheco Chaves 313. Hoje está a Estação de Ipiranga da CPTM. 
Marca do fabricante:  Cerâmica Villa Prudente. (Palavras: Cerâmica, Villa, Prudente)
Data provável da fabricação: Entre 1910 e 1912.
Datação do tijolo: Aproximadamente 95 anos em 2010.
Obs.: Essa data esta baseada no fato de que os tijolos foram comprados direto das olarias e não vindo de demolições de construções mais antigas, caso esse tenha sido o sistema de compra dos tijolos, então sua datação poderá ser bem mais antiga.  
Data de fundação da Olaria: 1910. 
Período de atividade da olaria: 47 anos.
Data de encerramento das atividades: 1957
Data de atividade documentada: 1910.
Detalhes: O nome "Villa" escrito da forma antiga com duas letras "L". 
Estilo da moldura: Sextavado simples largo. (Estilo sugerido MVTA).
Medidas: 
Comprimento: 25,0cm. 
Largura: 12,3cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.845cm³.
Peso: 3.292g. 
Código Munsell: 10R 4/8.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: Em estudos.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.  
Código da imagem: PM-002. 

Obs.:
Apesar de estar na lista dos tijolos encontrados na construção do Museu Ipiranga, deixando parecer que ele fez parte da construção inicial, tijolos com essa marca só começaram a ser produzidos em 1910. A construção terminou em 1890. Fica aqui em aberto um espaço para uma abordagem mais esclrecedora.

"Obra iniciada em em março de 1885".

"As obras encerraram-se em 15 de novembro de 1890, no primeiro aniversário da República".
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TPJFM-00748.
Número de Controle: 0003.
Construção: Palacete Joaquim Franco de Mello. 
Local da construção: Avenida Paulista n 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Local de coleta: Avenida Paulista nº 1919. Bairro de Cerqueira Cesar. São Paulo.
Ano da construção: 1905. 125 anos em 2020. 
Doado pelo Sr. Renato Franco de Mello. 
Leia mais em: https://vejasp.abril.com.br/cidades/dono-casarao-paulista-morre/
Data da coleta: 2010.  
Designação: Material construtivo.
Sistema de coleta: Por doação. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla/marca do fabricante: Não consta. (Apenas três pequenos buracos ligados). 
Data provável da fabricação: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Obs.: Essa data está baseada no fato de que os tijolos foram comprados direto das olarias e não vindo de demolições de construções mais antigas, caso esse tenha sido o sistema de compra dos tijolos, então sua datação poderá ser bem mais antiga.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Detalhes: Este exemplar como se pode notar é um tijolo bem rústico, talvez este tijolo seja muito mais antigo que a construção. Talvez tenha sido adquirido como um item já usado em outras construções. Fato muito comum até hoje.
Estilo da moldura: Não consta.
Medidas: 
Comprimento: 27,0 cm. 
Largura: 12,0 cm. 
Altura: 7,0 cm. 
Volume: 2.268cm³.
Peso: 3.050g. 
Código Munsell: 7.5YR 6/8.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PM-003..



Código da imagem: IM-00P47. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 007:

Matéria.
Esclarecimentos importantes. 

Meu agradecimento a todos os visitantes e colaboradores desta difícil obra e quero afirmar com grande admiração que sem vocês com certeza eu não teria chegado até este ponto...
Obrigado...

Tenho limitações físicas o que dificulta muito o trabalho de manuseio dos tijolos por isso conto com meu pessoal de apoio que estão sempre prontos para me ajudar e esta é a razão pela qual dedico totalmente este trabalho a esses incansáveis amigos da história. 
Meu respeito e um Forte Abraço a Todos Vocês... 
marco antonio campos machado. 

"Um sonho, tenho sim, tornar esta obra em um centro de pesquisas aberto a todos".
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 008:

Matéria.
Obrigações Legais.

    Todas as imagens e narrativas de minha autoria  postadas nesta obra são de uso público, livre para publicações em outras matéria com finalidades de estudos. Peço apenas que citem a fonte. Quanto as imagens e trabalhos aqui citados que não são de minha autoria devem ter seus direitos autorais respeitados e devem sempre ter suas fontes citadas. O uso indevido desses objetos de estudos é de total responsabilidade daqueles que venham a reutilizar tais citações postadas neste trabalho. Grato.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 009:

Matéria.
Números Gerados nesta Obra.

    Durante o desenvolvimento desta obra foi gerada uma quantidade enorme de informações que eu acho importante dividir com todos e espero com isso mostrar que o tijolo antigo tem muita, muita história para ser pesquisada e narrada que vão criar uma quantidade gigantesca de identidades e de fontes informativas para outros pesquisadores.
  A-  Número de pastas e arquivos criados no sistema desde a primeira pesquisa em 2001: 
2.381 pastas, 38.031 arquivos, espaço em disco de 2 teras.

  B-  Os termos citados neste trabalho:
a-  Tijolo é citado...........475 vezes.
b-  Olaria é citada...........131 vezes.
c-  Cerâmica é citada......32 vezes.
d-  Data é citada..............233 vezes.
e-  História é citada.........33 vezes.
Esta estatística é atualzada todo mês.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 010:

Matéria.

Convite.
Você, Arqueólogo, Historiador, Arquiteto, Museólogos, Pesquisadores com ou sem formação acadêmica e que gostaram desta iniciativa, por favor envie suas publicações para postagens, afinal sua contribuição só vai acrescentar mais conteúdo a esta difícil obra....

Sua presença aqui certamente indica que esta proposta alcançou seus objetivos. 
Desde já fico grato.
marco antonio campos machado. 

Invitation. 
You, Archaeologist, Historian, Architect, Researchers with or without academic training and who liked this initiative, please send your publications for posts in this work. 
In fact, your presence here certainly indicates that this proposal has achieved its objectives. objectives. I'm already grateful. 
marco antonio campos machado.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 011:

Matéria.
Reutilização Histórica.

Milhões de tijolos antigos são descartados em aterros sanitários todos os meses pelo mundo. Tijolos esses que certamente poderiam ser reutilizados em reformas de espaços públicos em geral.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 012:

Matéria.
Arqueologia:
 Análise e Datação por Geomagnetismo.
______________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 013:
Matéria.

Certificados Dedicados aos Nossos Colaboradores.
A todos que de uma forma ou de outra se dedicam a manter esta proposta Histórica e Cultural viva e em atividade constante, pois esta obra é feita por amigos. Obrigado...
marco antonio campos machado.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 014:

Tijolos.
Estação da Luz. Museu da Língua Portuguesa. 


Detalhes: A estação da Luz é considerada uma das mais belas estações do mundo.
Autoria da imagem: Marco Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: IM-00135.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Excelente Obra em Aquarela do Professor/Artista Ricardo Montenegro.
A Bela Estação em 1911.
Matéria sobre o trabalho de Ricardo Montenegro:
http://www.tradicionaldovale.com.br/site/?page_id=662
Imagem autorizada. 07/06/2020.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


A História.

    A atual Estação da Luz foi a terceira a ser erigida pela São Paulo Railway (SPR) no bairro. O edifício inicial datava da época do estabelecimento da linha, a primeira a ser construída no Estado de São Paulo, ligando o porto de Santos a Jundiaí, inaugurada em 1867. Essa construção foi ampliada nos anos 1870, mas, por sua vez, também se tornou insuficiente para atender ao crescente movimento. Uma edificação maior, mais portentosa e completamente nova foi iniciada no local em 1895 e inaugurada oficialmente em 1 de março de 1901, quando já estava em funcionamento.
    A Estação da Luz é referencial da maior relevância na cidade de São Paulo, caracterizando a área em que está inserida, o bairro da Luz. O edifício foi vítima, no último dia 21 de dezembro, de um segundo incêndio de grande porte – o primeiro foi em 1946 – que, afetou significativa do prédio. Dados da época da construção do edifício – na revista The Building news algo corroborado pelo obituário do arquiteto, publicado em The Builder, que mostra sua expressiva atuação em obras de caráter público e ligadas à arquitetura ferroviária.
      A Estação da Luz era a estação principal da antiga São Paulo Railway (posteriormente, E. F. Santos Jundiaí, Jundiahy.), ou "inglesa", como era mais conhecida. 
Erguida com material integralmente importado da Inglaterra sobre parte do terreno do antigo Jardim Público (da Luz) e monumental em todos os sentidos ela foi construída entre 1895 e 1901. Ocupa uma área de 7.520 m 2 e possui um vão livre de 39 m na gare. É uma espécie de templo à magnitude do poder do café . Por ela circulavam não só o "ouro verde" e os produtos procedentes ou com destino a Santos, mas as autoridades nacionais e estrangeiras que vinham à capital. Sua torre dominava a paisagem paulistana e o tempo que seu relógio marcava confundia-se com o tempo público da cidade. 
    Em 1946 foi vítima de um incêndio que consumiu parte de sua nobreza e lhe rendeu um pavimento a mais. É a obra arquitetônica mais emblemática das transformações urbanas que a excêntrica rubiácea provocou na Paulicéia e o tributo mais contundente à presença britânica na cidade. 
Fonte: Lugares da Memória Banco de Dados Histórico-Arquitetônico 
    Obs.: Em breve postarei as imagens dos tijolos que estão sendo identificados e passando por processo de limpeza. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Como os 7 tijolos foram adquiridos.

    Depois de sair do Arquivo Histórico de São Paulo onde fui pesquisar sobre olarias do Bom Retiro, resolvi passar pela Estação da Luz e uma agradável surpresa estava para acontecer. Deparei com uma caçamba, vide fotos abaixo, na rua em frente a Estação, não deu outra, fui em direção a ela e o que eu vi foi fantástico, dentro da caçamba no meio de entulhos os cinco tijolos impregnados de argamassa, meu coração disparou, tamanha era a emoção. 
      Ali perto havia vários trabalhadores das obras da Estação, me dirigi a eles e perguntei o que iria acontecer com os entulhos que estavam na caçamba, que provavelmente seriam descartados nos aterros da prefeitura, foi então que pedi permissão para pegar os que estavam inteiros e eles disseram que sim, liguei imediatamente para meu filho que me ajudou na coleta, assim eu consegui uma das mais fantásticas aquisições de tijolos antigos para o acervo, pois circunstâncias iguais jamais vão acontecer novamente... Quanto aos fabricantes dos tijolos com a sigla SPR (São Paulo Railway) e suas respectivas formas de madeira ou de ferro, as dúvidas ainda persistem, pois são várias as perguntas:

1- Se os tijolos vieram todos da Inglaterra como afirmam vários pesquisadores. 
2- Se a The Southern San Paulo Railway Company Limited tinha uma olaria. 
3- Se os tijolos foram fabricados em São Paulo e região metropolitana.
4- As formas de madeira e de ferro dos tijolos foram fabricadas aqui, ou vieram da Inglaterra. 
    O acesso as antigas notas fiscais certamente poderiam responder a essas perguntas, mas localizar esses documento não é uma tarefa fácil, porém continuo a busca desses documentos que logicamente estão armazenados em algum arquivo em algum prédio antigo de São Paulo. 
Obviamente muitas olarias forneceram tijolos durante a construção da Estação. 
Entre elas:
Olaria de Silvério Perrella & Cia, com a marca SPC; Título dessa Olaria 1880. Cidade de São Caetano do Sul. São Paulo - SP. 
Olaria de João Domin, com a marca de JDC. Cidade de São Caetano do Sul. São Paulo - SP.
Olaria de T. De Nardi, com a marca TD. Cidade de São Caetano do Sul. São Paulo - SP.
Fonte 1: http://www.fpm.org.br/Publicacoes/PDF/42 
Fonte 2: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_Pinto.pdf

    Uma citação da matéria abaixo afirma que todo o material para construção da Estação da Luz vieram da Inglaterra o que não se alinha com o anúncio do Jornal Correio Paulistano de 1896 onde o superintendente Willian Speers pede as olarias de São Paulo que forneçam hum milhão de tijolos.

..."Todo o material utilizado na construção foi exportado exclusivamente da Inglaterra, desde os pregos até a estrutura de aço usada na cobertura"...


De onde vieram os tijolos para construção da Estação da Luz.... 

   
Anotações complementares:
    1- Jornal Commércio de São Paulo de 15 de outubro de 1896. 
Neste anúncio Wlliam Speers da superitendência da São Paulo Railway pede para as olarias de São Paulo que forneçam um milhão de tijolos
    2- Nas narrativa, 2 e 3, citam-se que os tijolos vieram da Inglaterra. 
Os materiais da construção foram todos importados. "A Estação da Luz veio pelo Oceano Atlântico desmontada. Peça por peça viajou de navio: pregos, tijolos, madeira (pinho-de-riga irlandês), telhas cerâmicas de Marselha, França, e a estrutura de aço de Glasgow, Escócia. Material suficiente para cobrir uma área de 7.520 metros quadrados, ao custo de 150 mil libras esterlinas." A estrutura metálica tinha 150 metros de comprimento. O edifício tinha 150 metros de comprimento de fachada com uma torre de 50 metros de altura. 
    3- A estação foi inaugurada em 1º março de 1901. Sua construção deve-sea empresas inglesas, tendo vindo da Inglaterra praticamente todo o seu material, tijolos — com a inscrição SPR —, vidros, vitrais, madeira — pinho-de-riga. As peças de metal (ferro fundido), que constituem sobre tudo sua estrutura, vieram da Escócia. O arquiteto responsável pelo projeto foi Charles Henry Driver. 
Fonte: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16134/tde-24112010-144111/publico/M_Teresa_Tese.pdf
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Os Tijolos e a Caçamba.


    Foi nesta caçamba que os tijolos estavam, muitos impregnados de argamassa e que só foram identificados depois de passar por vários processos de limpeza. Esses foram os únicos materiais originais que foram retirados do prédio devido ao cuidado que a empresa responsável pela restauração que teve em minimizar ao máximo a interferência nas estruturas originais da Estação.
Nota-se a restauração sem dúvida foi muito bem planejada. 
Autoria da imagem: Marco Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-0055.


Os outros tijolos estão por debaixo dos escombros por essa razão não aparecem na foto. 
Autoria da imagem: Marco Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm, 
Código da imagem: IM-00698. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Os Tijolos.


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0005.
Código da peça: TEL-00890.
Construção: Estação da Luz. 
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estação da Luz. Praça da Luz, Bairro da Luz. São Paulo.
Ano da construção: 1895, término 1901. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. Por coleta autorizada. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante: S P R 1 (Letras S, P, R com o número 1 na lateral). 
Quanto ao número ainda não foi identificado sua finalidade. Hipóteses: Pode ser um sistema de rastreabilidade ou uma orientação técnica quanto ao sua posição na construção. 
Data provável da fabricação: Entre 1895 e 1899. 
Datação do tijolo: Entre 125 e 128 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Obs: 
"O superintendente William Speers da São paulo Railway solicitou que as olarias de São Paulo fornecem 1 milhão de tijolos com as seguintes medidas 
Comprimento: 29,0 cm. 
Largura: 14,0 cm. 
Altura: 7,0 cm. 

Estilo da moldura: Não consta. 
Medidas do tijolo acima: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 12,5cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.362cm³. 
Peso: 3.900g. 
Código Munsell; 5YR 9/8.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: IM-EL0047.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo. 


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0010.
Código da peça: TEL-00895. 
Construção: Estação da Luz. 
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estação da Luz. Praça da Luz, Bairro da Luz. São Paulo.
Ano da construção: 1895, término 1901. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. Por coleta autorizada. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Marca do fabricante: Representação da Estrela de Belém.
Data provável da fabricação: Entre 1895 e 1899. 
Datação do tijolo: Entre 125 e 128 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Não consta. 
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 12,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.268cm³. 
Peso: 3.200g. 
Código Munsell: 7.5YR 5/14. 
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: IM-EL0046.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Abaixo estão publicadas 2 mensagens que reforçam a ideia de que o formato do desenho encontrados em tijolos fabricados no Estado de São Paulo não está relacionado ao Cometa de Halley.

Resposta de um fabricante que grava seus tijolos com a Estrela de Belém.

"Abaixo a resposta sobre o seu questionamento de “o qual significado da gravação da estrela nos tijolos SPINA" ...”Essa “ESTRELA”, traz toda simbologia Cristã-Católica. É uma HOMENAGEM a Fé Católica. A nossa família como a empresa é Católica e contemplamos a mesma Fé. Então é isso, tem origem Católica da Família Spina. A Estrela Dalva simboliza a Estrela de Belém e os três Reis Magos que se guiaram por meio dela, até Jesus no seu nascimento “NATAL”. A ESTRELA SIMBOLIZA: LUZ, ESPERA E GUIA, para nos ajudar a alcançar os valores necessários para vida. LUZ: para nos conduzir no caminho pessoal e do trabalho, para que nosso trabalho seja reconhecido e visto. GUIA: de como nos orienta pelo trabalho justo, honesto e perfeito. ESPERANÇA: de conquistar sonhos através do trabalho e ter um futuro melhor, inclusive familiar”...

Família Spina.

Tijolo fabricado pela empresa da família Spina.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Resposta de Jim Graves da Universidade Marsh Rice. USA.

A William Marsh Rice University by Jim Graves. Uma nova informação sobre o desenho do “Cometa de Halley! só que desta vez gravado num tijolo que foi encontrado numa Universidade no Texas, Estados Unidos. A William Marsh Rice University. 

O colaborador Jim Graves enviou uma imagem de um cometa gravado no tijolo que ele numa matéria da Universidade, mas deixa claro que é o desenho de um cometa, mas não diz se é o Cometa de Halley. Outros tijolos foram gravados com temas de várias ciências. 

Mensagem enviada pelo colaborador Jim Graves. 

..."Great to hear from you. I have seen many 5 pointed stars but no 6 pointed ones. I attached a photo of the only comet brick that I know of. It was produced for one of the buildings in Rice University ( there were about 20 different subjects). I found an article about them which I attached. Unfortunately, I havn't seen any loose ones"... 

..."Bom ouvir isso de você. Já vi muitas estrelas de 5 pontas, mas nenhuma de 6 pontas. Anexei uma foto do único tijolo cometa que eu conheço. Foi produzido para um dos prédios da Rice University (havia cerca de 20 assuntos diferentes). Encontrei um artigo sobre eles que anexei. Infelizmente não vi nenhum tijolo solto"... A William Marsh Rice University, comumente conhecida como Rice University, é uma renomada universidade particular de pesquisa em Houston, Texas. A universidade está situada em um campus de 121 hectares próximo ao Houston Museum District e fica ao lado do Texas Medical Center. Wikipédia Endereço: 6100 Main St, Ho.

Abaixo a imagem do tijolo com o desenho de um cometa.


Com base nesse desenho gravado no tijolo podemos ter uma excelente ideia de como ficariam os tijolos aqui encontrados com o desenho de um cometa. 

______________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo. 


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0007.
Código da peça: TEL-00892. 
Construção: Estação da Luz. 
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estação da Luz. Praça da Luz, Bairro da Luz. São Paulo.
Ano da construção: 1895, término 1901. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. Por coleta autorizada. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante:  S P R 1 (Letras S, P, R com o número 1 na lateral). 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Não consta. 
Medidas: 
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 13,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.548cm³. 
Peso: 3.790g.
Código Munsell: 5YR 6/6.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: IM-EL00412.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


O Tijolo. 



Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0008.
Código da peça: TEL-00893.
Construção: Estação da Luz. 
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estação da Luz. Praça da Luz, Bairro da Luz. São Paulo.
Ano da construção: 1895, término 1901. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. Por coleta autorizada. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão. 
Fabricante:  Sob pesquisas. 
Local do fabricante:  Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante: S P R 10 ( (Letras S, P, R com o número 10 na lateral). 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Não consta. 
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 12,5cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.362cm³. 
Peso: 3.790g. 
Código Munsell: 7.5YR 5/6. 
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: IM-EL0044.



    Este exemplar tem o mesmo número que aparece no tijolo acima da Estação da Luz. A ideia de que os números estavam relacionados a construção a que ele pertencia, neste caso não confere, se os tijolos com o número "10" por exemplo seria apenas empregados na construção da Estação da Luz como esse tijolo com o mesmo número foi encontrado nas construções da Vila de Paranapiacaba, assim podemos deduzir que esse sistema de rastreabilidade não é verdadeiro. como podemos perceber o assunto que fala da rastreabilidade por números ainda carece de muita pesquisa.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


O Tijolo. 


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0008.
Tijolo doado para o acervo do Museu Histórico e Militar de Bauru. Estado de São Paulo.
Código da peça: TEL-00893.
Construção: Estação da Luz. 
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estação da Luz. Praça da Luz, Bairro da Luz. São Paulo.
Ano da construção: 1895, término 1901. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. Por coleta autorizada. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão.  
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante: S P R  9x  (Letras S, P, R com o número 9 e o que pode ser a letra "X"  na lateral). 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Não consta. 
Medidas: 
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 13,5 cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.246cm³. 
Peso: 3.850g.
Código Munsell: 7.5YR 5/2.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo. 
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: IM-EL0043.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Coleção: Marco Machado.
Número de Controle: 0010
Código da peça: TEL-00895.
Construção: Estação da Luz. 
Local da construção: Praça da Luz, Bairro da Luz. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estação da Luz. Praça da Luz, Bairro da Luz. São Paulo.
Ano da construção: 1895, término 1901. 125 anos em 2020. 
Sistema de aquisição: Por doação. Por coleta autorizada. Os tijolos estavam numa caçamba na calçada pelo lado de fora em frente a um portão. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante: . B .  (Letra B com um ponto antes da letra e outro depois). 
Data provável da fabricação: Década de 1890. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 126 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Abaloado composto. (Estilo sugerido MVTA).
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm. 
Largura: 13,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.457cm³. 
Peso: 3.560g. 
Código Munsell: 7.5YR 5/6.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon Rebel EOS T6i. 18:55 mm.
Código da imagem: IM-EL00472.

Obs.:
A olaria citada abaixo poderia ser o fabricante do tijolo acima:

Bernardo (Dr.).
Local: Bairro Jardim Oriental. Cidade de Santo André - São Paulo.
Local do antigo Frigorífico Central.
Fonte: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-19112009-161937/publico/IBERE_LUIZ_DI_TIZIO.pdf
Página nº 110.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1920.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Documento faz referência a uma outra olaria no mesmo local na década de 1920.  
Marca sugerida: B
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 015: 
Matéria. 
Esclarecimentos.

Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 016: 
Matéria. 
Citações de Várias Fontes sobre Tijolos Antigos.

A finalidade desta publicação é anotar citações sobre tijolos, olarias, cerâmicas e construções de multiplas fontes, ondende o pesquisador poderá fazer comparativos com as matérias publicadas, tanto aqui no Brasil quanto de outros países. Infelizmente os itens como datas. nomes e locais não são informações que se alinham bem quanto as sua narrativas históricas, existem muitas divergências que devem ser analisadas, a principio, separadamente e depois passar por um sistema comparativo e escolher assim a melhor alternativa. 

Obs.: Sugiro que os itens subinhados devem ser analisados com muita atenção.

As Citações:

1. Segundo Brancante (1981 ), o primeiro uso do tijolo queimado foi na Mesopotilmia, no Ur, hi 23.000 anos a. C. A Torre de Babel e as Muralhas da Babilonia foram construidas de tijolos, sendo ainda reaproveitados quando da destrui9iio da cidade pelos persas. A pirfunide de Sakara no Egito, com forma de degraus, tipico da Mesopotilmia, foi tambem construida com tijolos e com revestimento de pedra; a China ja na era modema, usou muitos tijolos e pedras para fazer sua grande muralha.

2. Os romanos tiveram grande importiincia na difusao do tijolo. Levaram para a Europa boa tecnica com o trato da argila. Contudo, muito de seus conhecimentos se perderam no obscurantismo da !dade Media. 0 famoso incendio de Londres ocorrido em 1665, fez com que mudasse o aspecto da cidade, da madeira para o barro. Na passagem do mundo agrario para o industrial, o tijolo passa ter maior importancia ainda, pois o mundo fabril exigia muito mais moradias e conseqi.ientemente infra-estrutura. 

Fonte: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE GEOCrENCIAS UNICAMP P6S-GRADUA<;:AO EM GEOCrENCIAS ADMINISTRA<;:AO E POLITICA DE RECURSOS MINERAlS MARCELO A PEDROSA DE RESENDE
Página 38.


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 017: 
Matéria. 
O Tijolo.

Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 018: 
Matéria.
Como o meu Acervo Começou.

Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 019: 

O Primeiro Tijolo.


Em breve.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 021:

Matéria.

O Tijolo e a "Estrela" Magen de Davi.




Muitos fabricantes de tijolos antigos gravavam estrelas nos em seus produtos cerâmicos, porém com significados bem variados de pendendo da natureza ou da fontes que está sendo representada.


Citações sobre as Origens e uso da Estrela:

"Sob o regime nazista, os judeus eram obrigados a usar identificadores como braçadeiras ou distintivos em forma de Estrela de Davi. A intenção era reforçar a ideologia nazista de que os judeus eram diferentes de todos os outros, marcando-os e distinguindo-os do resto da população. Ao isolar os judeus, esses identificadores também eram usados para perseguir, assediar e humilhar as pessoas. Origens A Estrela de Davi, também conhecida como Magen David , que significa Escudo de Davi em hebraico, possui seis pontas que partem de um centro hexagonal. Embora existam múltiplas interpretações para o significado da Estrela, ela tem grande importância e, desde o final da Idade Média, tornouse um dos símbolos mais importantes do judaísmo. Após a ascensão do nazismo A partir de 1938, todos os judeus mantidos prisioneiros no sistema de campos nazistas foram obrigados a costurar em seus uniformes uma representação equivocada da Estrela de Davi. Esses identificadores foram criados para deixar clara a categoria do prisioneiro, distinguindo os judeus de outras categorias, como os prisioneiros políticos. Os identificadores deveriam ser amarelos e usados de forma visível".
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


"Escudo de Davi de seis pontas, agora inscrito na bandeira de Israel, é universalmente aceito como o símbolo judaico por excelência; e presume-se geralmente que o significado especial do Magen David remonta à antiguidade remota, consagrando algum significado religioso ou histórico profundo e tradicionalmente venerado. Gershom Scholem, um dos grandes estudiosos judeus de nosso tempo, traça aqui a obscura história do Magen David ao longo de sua longa e curiosa trajetória, e revela que a verdadeira história do símbolo é bem diferente daquela afirmada pela maioria das “autoridades” aceitas"...

"O Escudo de Davi é, de fato, um símbolo maravilhoso, que estimula o intelecto e desperta a paixão pela reflexão. E qual coração não se comove a ponto de iluminar as profundezas obscuras, cada um segundo a mais recente enciclopédia à sua disposição? Bendito seja Aquele que socorre os pobres. Aquele que nos mostrou maravilhas por Sua graça e não trancou as portas da piedosa homilética",

Fonte: https://www.commentary.org/articles/gershom-scholem/the-curious-history-of-the-six-pointed-starhow-the-magen-david-became-the-jewish-symbol/
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


"A estrela de seis pontas é um dos símbolos modernos mais reconhecíveis e é amplamente conhecida como a “Estrela de Davi”. No entanto, nenhum texto bíblico ou talmúdico menciona seu uso por Davi".

"A Estrela de Davi não tem nada a ver com Davi! | por Nour Alhakk | Mediumou talmúdico menciona seu uso por Davi".

Em "A Curiosa História da Estrela de Seis Pontas: Como a 'Magen David' se Tornou o
Símbolo Judaico" , o acadêmico israelense Gershom Scholem explica:

"Na verdade, a estrela de seis pontas não é um símbolo judaico; com mais razão ainda, não poderia ser “o símbolo do judaísmo”. Ela não possui nenhum dos critérios que marcam a natureza e o desenvolvimento do verdadeiro símbolo. Não expressa nenhuma “ideia”, não evoca associações antigas enraizadas em nossas experiências e não é uma representação abreviada de toda uma realidade espiritual, compreendida imediatamente pelo observador. Não nos lembra nada do judaísmo bíblico ou rabínico. Segundo o jornal israelense Haaretz , a estrela nem sempre esteve ligada ao judaísmo, tendo sido adotada posteriormente. A associação mais antiga conhecida com os judeus remonta a 1354"

Fonte: https://medium.com/@nour_alhakk/the-star-of-david-has-nothing-to-do-with-david-e3d1edc74056 1/10
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


O hexagrama, isto é, a “Estrela de Seis Pontas”, é um símbolo um tanto quanto controverso: apesar dessafigura geométrica simples ter sido usada em vários contextos ao longo da história humana, não restritos acunho religioso, ela vem sido, desde o século passado, gradativamente se tornando a algo essencialmente associado ao povo judeu e ao Estado de Israel.Essa associação, todavia, é tão recente quanto a própria ideologia que fundou Israel: o Sionismo, e aqui veremos como esse símbolo – apesar de latente nas tradições abraâmicas, detentor de diversos nomes – não pode ser reclamado como propriedade exclusiva de um povo (especialmente o judeu), acompanhando sua trajetória desde obscuros manuscritos ocultistas até o terror do Holocausto e a fundação do primeiro estado judaico em mais de 1000 anos.

Da Babilônia Antiga à Índia, o hexagrama tem tido uma ampla variedade de usos: desde mera decoração, passando por amuletos, até a representação de ideias e conceitos metafísicos. No subcontinente indiano, por exemplo, era o símbolo do Anahata Chakra, ou o “Chakra do Coração”, além de outras propriedades e associações que variavam conforme o contexto cultural e religioso, principalmente no que diz respeito à tradição Tântrica.

Fonte: https://historiaislamica.com.br

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Tijolos com a Marca do Escudo de Davi.

Tijolo recolhido durante a restauração da casa. Conclusões:
Tijolos gravados com esse símbolo foram possivelmente fabricados na região.
Na Inglaterra gravavam tijolos com a Magen de Davi.
O proprietário da Olaria era um Judeu.


Sezincote House é o centro de uma propriedade rural em Gloucestershire, Inglaterra. A casa foi projetada por Samuel Pepys Cockerell, construída em 1805, e é um exemplo notável da arquitetura Neo-Mughal, uma reinterpretação do século 19 da arquitetura dos séculos 16 e 17 do Império Mughal.

Fonte: https://isthisthewaytoamaryllis.blogspot.com/2013/05/chelsea-flower-show-brick-frogs.html


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Fonte: https://www.flickr.com/photos/reptilerescueden/9456621207/


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Photo by Martyn Fretwell. Michael Hammett has added some information on this brick: Identification was provided in the form of an advertisement found in the London Suburbs Post Office Directory for 1884. It is for "Best Staffordshire Blue Bricks" by P & S Wood of West Bromwich and shows the Star of David symbol, with the W in the centre, as their trade mark. Being advertised in London, it is reasonable to assume that the products could have been supplied by rail to most parts of the country.

Fonte:www.brocross.com/Bricks/Penmorfa/Pages/england22b.htm

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Found at a reclamation site near Towcester by Nigel Furniss. Fonte: www.brocross.com/Bricks/Penmorfa/Pages/england22b.htm

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Fonte: www.brocross.com/Bricks/Penmorfa/Pages/england22b.htm

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 022:

Matéria.

The Weinerberger. A Maior Olaria do Mundo. Viena. Áustria.

Early History in Austria.

1819 - 29 year old Alois Miesbach acquired kilns in Miedling as he was convinced that demand for bricks in Vienna will rise during the coming years. He bought several plots of land with rich clay reserves on Wienerberg.

1829 – 18 year old Heinrich Drasche, nephew of Alois Miesbach, started working for the company.

1845 - Wienerberger’s product range now included water-supply and drainage pipes. The company now had 37 kilns and was producing 50 million bricks a year, making them the biggest brick producer in Europe with an annual revenue equivalent to 11 million pounds.

1846 Miesbach leased the Wiener Neustädter Canal, his own waterway to transport finished bricks and coal needed for production. 1850s – Wienerberger expanded into ceramic art and establishes a terracotta factory in Inzersdorf.

1857 Alois Miesbach died, Heinrich Drasche took over as owner of Wienerberger as is known as the “brick baron“.

1860 – Drasche bought the patent for the continous kiln, invented by Friedrich Hoffman, making continous brick production possible for the first time.

1867 – Emperor Franz Josef took down Vienna’s fortress like walls so the city can expand. Drasche hired more and more brick workers and introduced a piecework scheme to keep up with brick demand.

1869 Wienerberger was listed on the Vienna Stock Exchange and Heinrich Drasche sold his brickworks to a consortium of banks.

1882 Brick consumption peaked with 330 million units used that year, most of them manufactured by Wienerberger. Drasche established Wienerberger headquarters in the grand “Heinrichshof“, in central Vienna.

1910 - A period of heavy investment began, the ceramics factory was enlarged to increase tile production and modern machinery was purchased for the brick works to introduce state-of-the-art production methods.

1914 - The outbreak of the war in 1914 sent the construction industry into a slump. Numerous construction projects were suspended and two thirds of the workers were drafted into the army.

1921 Wienerberger’s first football team, the Worker’s Sports Association (ASV) was founded. The club is still active today as SV Wienerberger. 1945 - Plants on the Wienerberg were destroyed in World War II aerial attacks.

1955 – Wienerberger produced a record amount of bricks to help reconstruct Vienna after World War II. For the first time in their history, the brick works produced more than 199 million bricks per year.

1957 - Brick production was still a seasonal business and strongly dependent on weather conditions. Long cold and wet periods had the potential to bring production to a standstill. The situation began to change toward the end of the 1950s with the introduction of artificial drying facilities, which permitted a transition to year- round production, independent of weather conditions. The factory in Vösendorf was the first to be converted in 1957.

1960 - Faced with unprecedented demand for its products, Wienerberger built new brick plants and subsequently converted its existing plants step by step to full- year operation. The plants were upgraded and production processes were automated through the use of modern machinery. This meant that no more than three workers were needed to produce one million bricks (compared to 10 in the 1950s). In 1964 the modernization of the plants was completed.

1966 - The company acquired Wiener Ziegelwerke AG, a move which enabled Wienerberger to increase its share in Austrian brick production to almost 25%.

1969 - Wienerberger Leichtbeton Baustoffgesellschaft was founded, as Wienerberger strived to gain a foothold in the new field of prefabricated houses. Moreover, Wienerberger acquired a 50% stake in Bramac Dachstein GesmbH. These acquisitions were part of the company's strategy of diversification.

1971 - The last circular kiln operating in Vienna was closed down. The City of Vienna bought large plots of land on Wienerberg, which were first used as a landfill site and later converted into a residential and recreational area. As the brick works on Wienerberger were closed, new plants were built and existing ones enlarged, for instance in Baden near Vienna.

1986 - The internationalisation and expansion of Wienerberger began through acquisition of the Oltmann Group in Germany, a major manufacturer of building materials, producing mainly bricks and pipes in Germany and France.

Our History in the UK.

2001 Wienerberger enters UK market trading as Terca UK through the acquisition of Opitroc brick division in Northern Europe.

2004 – Wienerberger acquires Thebrickbusiness, with nine UK plants. Thebrickbusiness was founded in 2002 through the merger of Ambion Brick and Chelwood Brick

2005 Wienerberger enters the UK roof tile market.

2007 – Wienerberger acquires Baggeridge Brick, strengthening their prescence in the UK market with five production sites and extensive raw material reserves. 2008 – Wienerberger invests in roof tile manufacturing with the acquistion of majority stake in Sandtoft UK. It is the largest independent roof tile producer in the UK with an established and growing brand in clay, concrete and slate roofing systems and four roof tile plants in Northern England.

2008 Wienerberger launches the Porotherm clay block walling system in the UK.

2014 – Wienerberger acquires the Keymer brand of premium handmade clay roof tiles. Keymer is one of the oldest operational roofing manufacturers in the world, with a heritage dating back to 1588.

2019 - Wienerberger acquires BPD Holdings Ltd to enhance the company's roof offering and deliver specialist building products.

Fonte: https://www.wienerberger.com/en/about/history.html

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 023:  

Tijolos. 
Fazenda Paraizo. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.



Autoria da imagem: Rafael de Mello


Antiga Fazenda Paraizo. Itu -SP. Fundada em 1610. Agradecimanto Especial. Quero agradecer ao Sr. Joaquim Emidio Nogueira Bicudo e suas filhas Luciana e Fernanda que foram fontes riquíssimas de informações para a realização deste trabalho... Informações importantes: Atual proprietário: Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. A Fazenda Paraizo Itu foi construída no séc. XVII. Alguns dos proprietários ilustres: Padre João Leite Ferraz (final séc. XVIII) Barão de Itu (Bento Pais de Barros – início séc. XIX) Barão do Itaim (Capitão Bento de Almeida Prado – meados séc. XIX) Estrutura histórica com: paredes de taipa de pilão pé direito de 7m de altura Maquinário de café antigo preservado Roda D`agua importada da Inglaterra em 1749. Fonte e Link: Fazenda Paraizo. Itu.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

https://www.fazendaparaizoitu.com.br Al. Joaquim Emidio Nogueira Bicudo – Itu, São Paulo 📞 13/02/2022 10:06 Museu Virtual do Tijolo Antigo. https://museudotijoloantigo.blogspot.com 557/833 📞Telefone/WhatsApp: (11) 9.9289-0882 📩 E-mail: contato@fazendaparaizoitu.com.br
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

A História da Fazenda.


A História da Fazenda por Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. A história da Cerâmica tem início nos anos 40 quando da crise do café em 1930. Meu avô percebendo a necessidades de mudanças na atividade rural e percebendo que havia na Fazenda Paraizo uma boa quantidade de barro que é a base para se produzir telhas e tijolos criou a primeira cerâmica de Itu pois o café deixou de ser a atividade principal . Com a necessidade de ter lenha para usar nos fornos da Cerâmica para queimar as telhas iniciou-se na fazenda a troca do café pelo plantio de eucalipto e também a criação de gado de corte.Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo – meu avô). Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo meu pai – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instalada no município.Nos anos 60/70 o barro necessário para produzir as telhas já tinha se esgotado na fazenda e tornou-se necessário comprar de quem tinha o material. Os custos tornaram bastante elevados e com a quantidade de concorrentes na região a atividade ceramista deixou de ser interessante. Meu pai resolveu encerrar as atividades por volta dos anos 70, e desde então o que sobrou fica como recordação do que um dia foi uma atividade altamente lucrativa. Com a morte de meu pai a Fazenda foi dividida entre os herdeiros. Eu e minhas irmãs Maria Adelaide e Vera Regina. A parte que coube a minhas irmãs foi vendida porém a parte que me coube eu preservo integralmente e hoje em dia quem cuida praticamente são minhas filhas Luciana Bicudo e Fernanda Bicudo além de mim. Da antiga cerâmica pouca coisa restou, apenas alguns fornos já bastante danificados e as chaminés outrora bastante usadas e que hoje em dia servem de recordação e que minas filhas pretendem preservar com bastante amor e carinho.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Galeria de imagens da fazenda em fase de edição.
As fotografias são de autoria de Rafela de Mello.
Câmera. EOS REBEL T6i. 18:00mm.




Código da imagem: FPZ-00X

 __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Código da imagem: FPZ-00XX.
 __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Parte da entrada de um dos fornos.
Código da imagem: FPZ-00X
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Base de uma das chaminés.
Código da imagem: FPZ-00X.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Base de uma das chaminés, ao fundo um dos fornos e parte da área da fazenda..
Código da imagem: FPZ-00X.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Um dos 4 chaminés.
Código da imagem: FPZ-00X.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Lateral dos fornos.
Código da imagem: FPZ-00X.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Fotografia em breve.
Código da imagem: FPZ-00X
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Fotografia em breve.
Código da imagem: FPZ-00X
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Fotografia em breve.
Código da imagem: FPZ-00X

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Fotografia em breve.
Código da imagem: FPZ-00X

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Os Tijolos Antigos da Fazenda Paraizo:




Imagem será atualizada em breve.

Os Tijolos Antigos da Fazenda Paraizo:



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFP-0085. 
Número de Controle: 0113
Construção: Fazenda Paraízo. 
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local de coleta: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Ano da fundação: 1610. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Entre 1940 e 1945. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C F 
Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo Avô de Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo pai de Joaquim Emidio Nogueira Bicudo. – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instalada no município. Neste caso o tijolo acima é proveniente de uma outra olaria. Fabricante: Cleto Fanchini. Informação enviada por Carlos Fanchini. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Início do século XX.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Formato da moldura: Arredondada fechada. (Estilo sugerido MVTA). 
Detalhe: Tijolo de chaminé. 
Numa exposição no Mercado Municipal de Itu tem um tijolo com a mesma marca. 
Imagem em breve. 
Medidas: 
Comprimento: 26,7cm. 
Largura: 8,7 na parte mais estreita e 11,8 na parte mais larga. cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.521cm³. 
Peso: 2.868g. 
Código Munsell: 5YR 5/10.
Formato da peça: Completa. 
Matéria prima: Argila. Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. Designação: Material construtivo. Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Estado de conservação: Bom. 
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-00XX

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFP-00786. 
Construção: Fazenda Paraízo. 
Número de Controle: 0114.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local de coleta: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. Ano da fundação: 1610. Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Entre 1940 e 1945.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Sob pesquisas.
Sigla/Marca: Não consta. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas.  
Formato da moldura: Não consta 
Detalhes: Tijolo com 18 furos. 
Tijolo tipo refratário para uso em fornos. 
O uso de furos em tijolos é uma prática antiga onde suas funções são: facilitar o manuseio, diminuir a quantidade de matéria prima, controlar a temperatura e hoje em dia usa se para passar vergalhões de ferro. 
O tijolo acima provavelmente não foi fabricado na olaria da fazenda. 
Medidas: 
Comprimento: 23,0cm. 
Largura: 10,8cm. 
Altura: 9,5cm. 
Volume: 2.359cm³. 
Peso: 2.740g. 
Código Munsell: 5RY 8/14.
Formato da peça: Completa. Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Estado de conservação: Bom. Número do  Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-00XX
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFPZ-00298. 
Número de Controle: 0298.
Construção: Fazenda Paraízo. 
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local de coleta: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.
Ano da fundação: 1610. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  J  F  B
Fabricante: Olaria de Joaquim francisco Bicudo 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas.  
Formato da moldura: Reangular arqueado. (Estilo sugerido MVTA). 
Medidas: 
Comprimento: 26,0cm. 
Largura: 12,0cm. 
Altura: 6,0cm. 
Volume: 1.872cm³. 
Peso: 3.428g. 
Código Munsell: 5YR 5/8.
Formato da peça: Completa. Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Estado de conservação: Bom. Número do  Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-00XX

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________






Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFPZ-00299.  
Número de Controle: 0299.
Construção: Fazenda Paraízo.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local de coleta: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.
Ano da fundação: 1610. Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante:  C  F
Fabricante: Sob pesquisas. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Formato da moldura: Retangular arqueado. (Estilo sugerido MVTA). 
Detalhes: Restangular arqueado.
Medidas: 
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,5cm.
Altur: 4,0cm.
Volume: 1.300cm³. 
Peso: 2.399g.

Código Munsell: 5YR 5/10.
Formato da peça: Completa. 
Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. 
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Estado de conservação: Bom.  
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-00XX



__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFPZ-00300. 
Número de Controle: 0300.
Construção: Fazenda Paraízo.
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Itu - SP, 13304-350. 
Local de coleta: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo.
Ano da fundação: 1610. Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda.  
Marca/Sigla: Não consta. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta.
Medidas: 
Comprimento: 25,0cm.
Largura: 13,3cm.
Altura: 5,5cm.
Volume: 1.828cm³. 
Peso: 3.134g.
Código Munsell: 5YR 5/8.
Formato da peça: Completa. Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Estado de conservação: Bom. Número do  Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: FPZ-00XX
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 024:
Matéria. 

Museu Metropolitano de New York.



O Museu Metropolitano de New York tem uma galeria somente de tijolos antigos, que é sem dúvida uma excelente fonte de pesuisas.

https://www.metmuseum.org/pt

__________________________________________________________________________________________________________________________________

GALERIA:


Detalhes da obra de arte:

Informações do objeto
Visão geral:
Proveniência
Histórico da exposição
Referências
Título: Tijolo vidrado
Período: Parto.
Data: aproximadamente século I-II d.C.
Geografia: Da Mesopotâmia, Ctesifonte
Cultura: Part
Material: Cerâmica, esmalte
Dimensões: 5 1/2 × 12 1/2 × 3 1/16 pol. (14 × 31,8 × 7,8 cm)
Crédito da imagem: Rogers Fund, 1932
Número do objeto: 32.150.17
Departamento de Curadoria: Arte Antiga da Ásia Ocidental

Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/322644

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________





Título: Tijolo de Osíris em Germinação.
Período: Terceiro Período Intermediário ou Tardio.
Datas: aproximadamente 1100–300 a.C.
Geografia: Originário do Egito; diz-se que é do Alto Egito, Tebas.
Meio: Cerâmica.
Dimensões: C. 24,3 × L. 10,6 × A. 6 cm (9 9/16 × 4 3/16 × 2 3/8 pol.).
Crédito da imagem: Fundo Rogers, 1920.
Número do objeto: 20.2.30.
Departamento de Curadoria: Arte Egípcia.
Fonte: https://www.metmuseum.org/art/collection/search/553820

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Publicação 025:
Arqueologia.

A Importância do Desenho na Arqueologia.





Código da imagem: DA-0001.



Código da imagem: DA-0001.



Código da imagem: DA-0002.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Exemplos de um desenhos para pesquisas arqueológicas:



Código da imagem: DA-0003.


Código da imagem: DA-0004.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 026:
Em fase de catalogação. Arqueologia.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 027:

Tijolos.
Mosteiro de São Bento da Cidade de Sorocaba. 


Em fase de atualizações.



Fotografia do início do século XX. 
Autor desconhecido. 

    O Mosteiro Baltazar Fernandes, Bandeirantes natural de São Paulo, filho de Fernandes, nobre e ex governador dessa cidade, cansado das andanças pelos sertões, resolve assentar com toda sua família, a vida na vila por ele fundada, que viria chamar-se Sorocaba. Constrói casa de residência e a Capela de Nossa Senhora da Ponte, colocando nela a imagem que trouxe consigo. Querendo um progresso rápido para a nascente Vila, segue o exemplo do seu irmão em Parnaíba, trazendo os Monges Beneditinos. Os Monges seriam os professores de seus filhos, ensinando-lhes Canto e Latim, formando-os “Homens Bons”, como eram os que não exerciam profissões manuais, com exceção apenas da lavoura. Os Monges Beneditinos dariam à população assistência religiosa, realizando batizados, casamentos e assistindo aos moribundos. 
    Dariam aos falecidos sufrágios por suas almas, para que pudessem gozar de um descanso eterno, sem serem esquecidos pelas orações dos vivos. Interessante notar que cidade de Sorocaba é única das Américas a ser fundada a partir de um Mosteiro, o que na Europa não é exceção. A igreja de Sant’Ana do Mosteiro de São Bento, foi a primeira igreja de Sorocaba, em torno da qual nasceu a bela cidade de hoje. O conjunto arquitetônico atual é composto pela igreja de Sant´Ana, Capela de São Judas Tadeu, Mosteiro de São Bento e a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes. O Mosteiro passou por numerosas reformas que na opinião de importantes historiadores não desfiguraram o arcabouço colonial. Atualmente, os Monges estão empenhados em um projeto de restauro do Mosteiro, envolvendo a sociedade de Sorocaba. Esta restauração faz parte da revitalização do centro histórico da cidade.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.



Coleção: Marco Machado.
Código da peça: TMSB-0088.
Número de Controle: 0158.
Construção:  Mosteiro de São Bento de Sorocaba. 
Local da construção: Largo de São Bento, 62 - Centro, Sorocaba - SP, 18035-240 Telefone: (15) 3232-8206.
Local de coleta: Endereço: Largo de São Bento, 62 - Centro, Sorocaba - SP.
Ano da construção: 1660. 360 anos em 2020.
O tijolo acima pertenceu a uma antiga capela construída no pátio do Mosteiro por volta de 1880.  
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e taipa de sopapo. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
 Sistema de aquisição: Por doação. 
Doado pela administração do Mosteiro. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas. 
Sigla do fabricante: E R  (Letras: E e R). 
Data provável da fabricação: 1880/1885. 
Datação do tijolo: Entre 130 e 135 anos em 2020. 
Data de fundação da Olaria: Entre 1870 e 1880.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Detalhes: Geralmente datamos os tijolos considerando em primeiro lugar o início da construção do edifício, mas neste caso temos que considerar que o Mosteiro foi totalmente construído em taipa de pilão, isto é, de barro em 1660. Segundo o responsável pela doação do tijolo ele pertenceu a uma antiga capela dentro do Mosteiro que foi erguido por volta das décadas de 1880 e 1885. Aqui neste caso consideramos a datação do tijolo com base na data da construção da antiga Capela.
Estilo da moldura: Sextavado reto duplo.  (Estilo sugerido MVTA).
Medidas: 
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 14,0cm. 
Altura: 8,0cm. 
Volume: 3.136cm³. 
Peso: 3.750g. 
Código Munsell: 5YR 9/8.
Matéria prima: Argila.
Formato da peça: Completa. 
Matéria prima: Argila.
Designação: Material construtivo.
Estado de conservação: Bom: 
Código no inventário: FII-018. Inventariado em 04/11/2020.  
Autoria da imagem: Marco Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-A566.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 028:

Tijolos.
Palacete do Barão do Rio Pardo. Bairro Campos Elíseos.
Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.




Em fase de atualizações.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


História.

Obs:. O Condephaat retirou o Palacete da lista dos prédios tombados alegando que o edifício é irrecuperável. (Matéria publicada na Folha). Resumindo, tudo que resta do antigo palacete vai para alguma pena... Um dos imóveis mais antigos do outrora elegante bairro de Campos Elíseos, é este mal cuidado casarão que hoje se apresenta completamente em ruínas, como na foto abaixo:



Construído em 1880 para servir de residência a Antônio José Correia, mais conhecido como o 3º Barão do Rio Pardo, a casa fica localizado na Alameda Ribeiro da Silva esquina com a Alameda Barão Até então o barão residia na cidade paulista de Casa Branca, onde possuía grande fazenda de café e atuava como benfeitor e político local, chegando a ser prefeito desta cidade. Leal ao Império do Brasil e membro do Partido Conservador, Antônio José Correia recebeu a comanda imperial Ordem da Rosa e em 1887 foi alçado a barão. No ano de 1885, dois anos antes de redisputou e ganhou o cargo de deputado provincial. A imagem abaixo é sua publicidade eleitoral veiculada no jornal Correio Paulistano. São Caetano No início dos anos 1880, os três fornos dos antigos proprietários beneditinos ainda permaneciam em condições de uso e passaram a serem aproveitados pelos colonos para fazer tijolos. e, assim, reconstruíram e ampliaram suas casas, que, até esse momento, eram de madeira. Nesse mesmo ano, parte do local desses fornos foi adquirida por um dentista da capital, Dr. Samuel E aumentou a produção e vendeu tijolos para os arredores. Algumas das olarias dos colonos, estabelecidas às margens do rio dos Meninos, também contribuíram com as construções na capital, como a de Mesquita deu origem à Fábrica de Tijolos Paulista, localizada ao lado da igreja.
Fonte: https://revistas.ufrj.br/index.php/RevistaHistoriaComparada/article/view/134


Em 1918 o casarão muda de proprietário mais uma vez. O Conde de Serra Negra vende a propriedade para Dario Sebastião de Oliveira Ribeiro. O Doutor Dario Ribeiro, como era mais conhecido, mudou-se entre 1918 e 1920 para o casarão juntamente com sua esposa e seus quatro filhos, três mulheres e um homem. Era advogado e presidente da Faculdade de Direito de São Paulo e também teve carreira política atuando como deputado estadual. Viúvo de Edith Reis de Oliveira Ribeiro, ele viveria com os filhos no casarão até vir a falecer em 7 de fevereiro de 1946.

Como quase a totalidade dos casarões e palacetes do bairro de Campos Elíseos, a antiga residência do Barão do Rio Pardo e de Dário Ribeiro e família era uma construção magnífica. Tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat na década de 1980, o imóvel é localizado no número 180 da alameda Ribeiro da Silva, mas também possui entrada pela alameda Barão de Piracicaba. Construída no canto do terreno, deixando o restante livre para as cocheiras (depois garagens) e área verde, possuía um belo jardim com árvores frutíferas, como abacateiro, jabuticabeira e ameixeira, a araucárias. Algumas destas árvores estão por ali até hoje, dividindo o espaço com um estacionamento. Na arquitetura, o casarão é repleto de detalhes e adornos por toda a sua fachada e frontão, possui desenhos florais nos ladrilhos da varanda e muitos elementos decorativos em ferro e madeira. Os portões são importados da França, e no seu interior o assoalho é feito em madeira de lei, enquanto portas, escadas e janelas eram em pinho de riga. Mas, com toda certeza, um dos principais detalhes do casarão são dois bustos que existiam na lateral do imóvel e que há muito tempo foram roubados. Algumas pessoas que moram na região costumam chamar o imóvel de Palacete Princesa Isabel. Este costume começou desde que os dois bustos desapareceram. Alguém lançou o boato que os bu lenda pegou. Na verdade os bustos eram de Adelina Correia e Ana Cândida Correia, respectivamente esposa e filha do Barão do Rio Pardo. Levados a mais ou menos 15 anos atrás, restaram apenas as marcas. Do passado glorioso deste casarão, que teve tantos proprietários importantes e nobres o que resta são ruínas. Depois do falecimento de Pedro Oliveira Ribeiro Neto o casarão sem seu dono ficou lar invadido e transformado em cortiço, assim permanecendo até 2008.

O período em que foi invadido contribuiu demais para acelerar a deterioração do imóvel. Louças de banheiro, espelhos, madeiras nobres e ferro foram retirados e vendidos.
Não sabemos quem são os donos atuais e se os mesmos são herdeiros da Família Ribeiro (a pesquisa está em andamento), entretanto desde 2010 um estacionamento de veículos funciona na área do residência.
Como é possível dar licença para um estabelecimento operar em uma área de risco, com um casarão cujo andar superior tem relativo risco de desabamento ? E como podem autorizar um estacionam exigir nenhuma contrapartida de reforma ou restauro ? Estas são perguntas que o poder público precisa responder aos cidadãos. Enquanto o imóvel fica nesta triste situação, uma coisa é certa: o casarão construído pelo Barão do Rio Pardo é prisioneiro tal qual a coluna romana por trás do arame farpado da foto acima.
É prisioneiro de um poder público ineficiente na preservação de seu patrimônio histórico, cujas autoridades são – no mínimo – coniventes com a destruição de nossa história.
Fonte: http://www.saopauloantiga.com.br/palacete-do-barao-do-rio-pardo/

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.




Código da peça: Item TPBRP-0075. Tijolo do Palacete do Barão do Rio Pardo. Bairro de Campos Eliseos. São Paulo.
Fabricante: Fábrica de Tijolos Paulista.
Data de aquisição do tijolo: 06/2009.
Fundador: Dr. Samuel Eduardo da Costa Mesquita
Sigla do fabricante: PAULISTA (Palavra: Paulista).
Local da olaria: Praça Hermelino Matarazzo. São Caetano do Sul. São Paulo.
Data de fundação da Olaria: 1880.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação: 1880.
Datação do tijolo: Entre 135 e 138 anos em 2019.
Detalhes: Peça coletada num monte de lixo e entulhos na calçada em frente ao prédio depois do desabamento.
Estilo da moldura: Sextavado reto simples. (Estilo sugerido MVTA).
Detalhes:
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.457cm³.
Peso: 4.050g.
Código Munsell: 7.5YR 7/6.
Formato da peça: Completa.
Posição na fotografia: Parte frontal.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: NIKON D3100. 18:55 mm.
Código da Imagem: IMG-T00-0A99
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Em fase de atualizações.

Publicação 029:
Tijolos.
Quartel da Guarda Cívica. Parque Dom Pedro. Cidade de São Paulo.

Para esta coleção foram selecionados 20 tijolos.


Fonte da imagem: https://www.ipatrimonio.org/sao-paulo-quartel-da-luz/quartel_do_segundo_batalhao_de_guardas_1907/

História.

O Quartel do Segundo Batalhão de Guardas, em São Paulo - SP, foi sede da Chácara do Fonseca, Seminário de Educandas e, em 1862, abrigou o Hospício dos Alienados.

CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico
Nome atribuído: Quartel do Segundo Batalhão de Guardas
Localização: Parque Dom Pedro II – São Paulo-SP
Número do Processo: 21740/81 21740/81-Museu-Militar
Resolução de Tombamento: Resolução 33, de 28/08/1981
Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo – Seção I, 01/09/1981, p. 09
Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 153, p. 27, 22/12/1981

Descrição: Inicialmente, o prédio foi sede da Chácara do Fonseca para depois funcionar como Seminário de Educandas. Em 1862, abrigou o Hospício dos Alienados, que aí permaneceu até 1903 e, três anos depois, foi utilizado pelo quartel, ocasião em que sofreu modificações e adaptação ao novo uso. De autoria desconhecida, o edifício de dois pavimentos, construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos, apresenta uma série de alterações. O corpo principal da edificação, o mais antigo, de 1842, permanece com elementos originais como forros, assoalhos, molduras de vãos, portas com as respectivas bandeiras de vidros coloridos e vergas retas ou em arcos pleno, influência do neoclassicismo. Posteriormente, foram construídas as alas laterais que datam das últimas décadas do século XIX e, já neste século, a última grande obra que interligou as duas alas laterais do edifício. Internamente, há uma varanda que percorre todo o pátio.
Fonte: Heloísa Barbosa da Silva.

CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo
Nome atribuído: Quartel do Segundo Batalhão de Guardas
Localização: Parque Dom Pedro II – São Paulo - SP
Resolução de tombamento:Resolução 05, de 05/04/1991
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________








_____________________________________________________________________________________________________________________________________




Nesta imagem rara é possível observar que os tijolos chegavam as construções através do transporte em barcos saindo do Tietê até o rio Tamanduateí quando as entregas eram feitas para centro de São Paulo. Tombo: DC/0000580/E Fotógrafo: BECHERINI, Aurélio (Becherini) Data: 1911 - 1922. Descrição: Vista do Rio Tietê tomada da Ponte Grande em direção da Zona Oeste da cidade entre 1911 e 1920. Em primeiro plano, em ambas as margens do rio, vê-se a atividade de olaria, bastante comum na época em função da disponibilidade da lama. No plano médio, na margem esquerda do rio, as instalações do Clube de Regatas Tietê, fundado em 1900. Ao fundo, na margem direita, instalações do Clube Espéria. Modalidade: 

Foto. Fonte: http://www.acervosdacidade.prefeitura.sp.gov.br/PORTALACERVOS/ResultadosBusca.aspx? ts=s&q=tijolo

_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Galeria de imagens.

 As descrições das peças estão sendo atualizadas conforme os resultados das pesquisas. Fotografias da época do desabamento da parede que fica ao lado do Rio Tamanduateí. Imagens autorizadas. Os tijolos foram colhidos com autorização do pessoal que estavam de plantão no dia

Autoria das imagens: Gabriele Machado. Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. Código da imagem: XXX





Código da imagem: XXX

_____________________________________________________________________________________________________________________________________



O prédio inicialmente foi sede da Chácara dos Fonseca, funcionando posteriormente como Seminário de Educandas. Entre 1862 e 1903, abrigou o Hospício dos Alienados. Finalmente, em 1906, passou a ser utilizado como quartel, ocasião em que ocorreram as reformas e adaptações da edificação ao novo uso. O corpo principal do edifício, datado de 1842, foi acrescido de duas alas laterais, nas últimas décadas do século XIX, e de um terceiro anexo interligando as alas laterais, já no século XX.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Quadro com análises das diferentes medidas dos tijolos na mesma parede.


Uma forte evidência de que em uma construção foram usados muito tijolos de outras construções antigas, e não necessariamente comprados de um depósito ou mesmo direto de uma olaria, é a quantidade de tijolos de marcas e medidas deferentes encontrados numa mesma parede. Este é o caso dos tijolos do Quartel, pois quando esses exemplares foram coletados todos estavam praticamente perto um dos outros demonstrando assim que todos foram assentados numa pequena parte da parede. Muitas edificações passam por reformas, ampliações, entre outras interferências nas suas estruturas por toda a sua existência e assim vão "colecionando" uma quantidade absurda de tijolos de várias olarias e cerâmicas até mesmo de outras cidades e de outros estados. A lista abaixo, que ainda não está completa, reforça as narrativas acima é possível notar que dos seis tijolos até agora catalogados, e são esses exemplares que estavam na mesma parede, apresentam medidas diferentes e o que mais demonstra esse sistema de reuso são os itens largura e peso, dos seis tijolos analisados nenhum tem a mesma largura e nem o mesmo peso. os itens em vermelho mostram igualdade de medidas. 


0123

TQGC-00630.

Sextavado abaloado.

Sigla: J A F

27,7 cm.

14,5 cm.

7,5 cm.

3.012 cm³.

4.305 g.

Pb. 182

0124

TQGC00631.

Sextavado simples.

Sigla: L ponto S ponto

27,0 cm.

13,3 cm.

7,0 cm.

2.513 cm³.

3.195 g.

Pb. 182

0125

TQGC-00632.

Não consta.

Não consta. Liso (1).

26,0 cm.

12,4 cm.

7,0 cm.

2.256 cm³.

3.324 g.

Pb. 182

0126

TQGC-00633.

Sextavado abaloado.

Sigla: J E S

27,0 cm.

13,6 cm.

7,0 cm.

2.570 cm³.

3,658 g.

Pb. 182

0127

TQGC-00634.

Sextavado simples.

Marca: Dois traços na horizontal.

28,0 cm.

13,5 cm.

7,0 cm.

2.646 cm³.

4.100 g.

Pb. 182

0128

TQGC-00635.

Sextavado abaloado.

Sigla: J E “S”

28,0 cm.

14,7 cm.

7,0 cm.

2.881 cm³.

4,218 g.

Pb. 182

0129

TQGC-00636. (1).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (1).

28,0 cm.

13,0 cm.

8,0 cm.

2.912 cm³.

4.613 g.

Pb. 182

0130

TQGC-00637. (2).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (2).

28,6 cm.

14,0 cm.

8,0 cm.

3.203 cm³.

4,770 g.

Pb. 182

0131

TQGC-00638. (3).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (3).

27,0 cm.

13,0 cm.

7,0 cm.

2.457 cm³.

3,778 g.

Pb. 182

0132

TQGC-00639. (4).

Sextavado arqueado.

Não consta. Moldura (4).

28,5 cm.

14,2 cm.

7,0 cm.

2.832 cm³.

3.707 g.

Pb. 182

0133

TQGC-00640. (5)

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (5).

29,0 cm.

13,5 cm.

8,0 cm.

3.132 cm³.

4.505 g.

Pb. 182

0134

TQGC-00641. (6).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (6).

28,2 cm.

13,2 cm.

8,0 cm.

2.977 cm³.

4.480 g.

Pb. 182

0135

TQGC-00642.

Não consta

Não consta. Liso (2).

27,5 cm.

13,5 cm.

8,0 cm.

2.970 cm³.

3,900 g.

Pb. 182

0136

TQGC-00643.

Não consta

Não consta. Liso (3).

28,5 cm.

14,5 cm.

7,5 cm.

3.099 cm³.

4,758 g.

Pb. 182

0137

TQGC-00644. (1).

Sextavado abaloado.

Sigla: *x P *x P *x (1).

27,5 cm.

12,0 cm.

7,0 cm.

2.310 cm³.

3,378 g.

Pb. 182

0138

TRCM3-S00329.

Sextavado composto.

Marca: ponto ponto

28,0 cm.

13,0 cm.

7,0 cm.

X cm³.

3,334 g.

Pb. 182

0139

TQGC-00646. (3).

Sextavado abaloado.

Sigla: P P (2).

26,8 cm.

13,0 cm.

6,5 cm.

2.264 cm³.

2,880 g.

Pb. 182

0140

TQGC-00647. (1).

Sextavado abaloado.

Sigla: P C (1).

29,0 cm.

13,0 cm.

7,5 cm.

2.827 cm³.

3.820 g.

Pb. 182

0141

TQGC-00648.

Sextavado abaloado.

Sigla: S C

25,0 cm.

13,0 cm.

6,2 cm.

2.015 cm³.

2.942 g.

Pb. 182

0142

TQGC-00649. (2).

Sextavado abaloado.

Sigla: P C (2).

28,5 cm.

13,5 cm.

7,5 cm.

2.885 cm³.

3,712 g.

Pb. 182

0143

TQGC-00650. (7).

Sextavado abaloado.

Não consta. Moldura (7).

29,0 cm.

13,6 cm.

8,0 cm.

3.155 cm³.

4,440 g.

Pb. 182

0144

TQGC-00651.

Arco simples.

Marca: Dois traços Vertical

27,0 cm.

13,0 cm.

7,0 cm.

2.457 cm³.

3.639 g.

Pb. 182

0145

TQGC-00652.

Sextavado arq. compost.

Marca: Dois traços Horiz.

25,0 cm.

12,2 cm.

6,2 cm.

1.891 cm³.

2,709 g.

Pb. 182



Resumo comparativo com base no quadro acima onde as diferentes medidas dos tijolos que foram resgatados de uma mesma parede.


Descrições:  
Patrimônio: Comprimento. Largura. Altura.  Volume. Peso:

TQGC-00630.          27,7cm.    14,5cm.    7,5cm.    3.012cm³.    4.305g 
TQGC00631.           27,0cm.    13,3cm.    7,0cm.    2.513cm³.    3.195g.
TQGC-00632.          26,0cm.    12,4cm.    7,0cm.    2.256cm³.    3.324g. 
TQGC-00633.          27,0cm.    13,6cm.    7,0cm.    2.570cm³.    3,658g. 
TQGC-00634.          28,0cm.    13,5cm.    7,0cm.    2.646cm³.    4.100g. 
TQGC-00635.          28,0cm.    14,7cm.    7,0cm.    2.881cm³.    4.218g. 
TQGC-00636.          28,0cm.    13,0cm.    8,0cm.    2.912cm³.    4.613g.
TQGC-00637.          28,6cm.    14,0cm.    8,0cm.    3.203cm³.    4,770g.
TQGC-00638.          27,0cm.    13,0cm.    7,0cm.    2.457cm³.    3,778g.
TQGC-00639.          28,5cm.    14,2cm.    7,0cm.    2.832cm³.    3.707g.
TQGC-00640.          29,0cm.    13,5cm.    8,0cm.    3.132cm³.    4.505g.
TQGC-00641.          28,2cm.    13,2cm.    8,0cm.    2.977cm³.    4.480g.
TQGC-00642.          27,5cm.    13,5cm.    8,0cm.    2.970cm³.    3,900g.
TQGC-00643.          28,5cm.    14,5cm.    7,5cm.    3.099cm³.    4,758g.
TQGC-00644.          27,5cm.    12,0cm.    7,0cm.    2.310cm³.    3,378g.
TQGC-00646.          26,8cm.    13,0cm.    6,5cm.    2.264cm³.    2,880g.
TQGC-00647.          29,0cm.    13,0cm.    7,5cm.    2.827cm³.    3.820g.
TQGC-00648.          25,0cm.    13,0cm.    6,2cm.    2.015cm³.    2.942g.
TQGC-00649.          28,5cm.    13,5cm.    7,5cm.    2.885cm³.    3,712g.
TQGC-00650.          29,0cm.    13,6cm.    8,0cm.    3.155cm³.    4,440g.
TQGC-00651.          27,0cm.    13,0cm.    7,0cm.    2.457cm³.    3.639g.
TQGC-00652.          25,0cm.    12,2cm.    6,2cm.    1.891cm³.    2,709g.

Conclusões com base nos dados acima.

Foram selecionados 20 exemplares para esse estudo.

Item comprimento:  
Item largura:
Item altura:
Item volume:
Item peso:

Sextavado composto. Marca: ponto ★ ponto
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Os Tijolos.

Em fase de atualizações.



Coleção: Marco Machado.
Código da peça. Item TQGC-0631.
Número de Controle: 0124.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Ano do início da construção: 1860. Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e taipa de sopapo. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de
Educandas (1861), Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo.
Sistema de aquisição: Por doação.
Data da coleta: 02/03/2019.
Coleta etapa: 3º coleta.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisa.
Sigla do fabricante: J A F
Data provável da fabricação:  Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Detalhes: Tijolo com a mesma marca (Sigla) foi encontrado na empresa Construverde.
Estilo da moldura: Sextavado simples largo. (Estilo sugerido MVTA).
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 15,0cm.
Altura: 7,4cm.
Volume: 3.052cm³.
Peso: 4.510g.
Código Munsell: 5YR 8/2.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00781



_____________________________________________________________________________________________________________________________________





Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-0632.
Número de Controle: 0125
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Ano do início da construção: 1860. Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e taipa de sopapo. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de
Educandas (1861), Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao.
QUARTEL DO SEGUNDO BATALHÃO DE GUARDAS.
Tombamento.
Parque Dom Pedro II - Centro
Processo: 21740/81 Tomb.: Res. 33 de 28/8/81 D.O.: 1/9/81
Livro do Tombo Histórico: Inscrição nº 153, p. 27, 22/12/1981
Inicialmente, o prédio foi sede da Chácara do Fonseca para depois funcionar como Seminário de Educandas. Em 1862, abrigou o Hospício dos
Alienados, que aí permaneceu até 1903 e, três anos depois, foi utilizado pelo quartel, ocasião em que sofreu modificações e adaptação ao novo uso.
De autoria desconhecida, o edifício de dois pavimentos, construído em taipa de pilão e alvenaria de tijolos, apresenta uma série de alterações. O
corpo principal da edificação, o mais antigo, de 1842, permanece com elementos originais como forros, assoalhos, molduras de vãos, portas com
as respectivas bandeiras de vidros coloridos e vergas retas ou em arcos pleno, influência do neoclassicismo. Posteriormente, foram construídas as
alas laterais que datam das últimas décadas do século XIX e, já neste século, a última grande obra que interligou as duas alas laterais do edifício.
Internamente, há uma varanda que percorre todo o pátio.
Fonte Heloísa Barbosa da Silva
Foto Edna H. M. Kamide.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/forum/index.php?action=search2
Sistema de aquisição: Por doação.
Data da coleta: 08/02/2019.
Coleta etapa: 1º coleta.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisa.
Sigla do fabricante: L . S .
Data provável da fabricação:  Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Detalhes:
Estilo da moldura: Sextavado simples estreito
. (Estilo sugerido MVTA).
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,3cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.334cm³.
Peso: 3.290g.
Munsell: 5YR 8/4.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm
_____________________________________________________________________________________________________________________________________




Coleção: Marco Machado.
Código da peça. Item TQGC-0642.
Número de Controle: 0135.
Local da construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Ano do início da construção: 1860. Datação: 160 anos em 2020.
Sistema de construção primária: Taipa de pilão e taipa de sopapo. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção.
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de
Educandas (1861), Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Sistema de aquisição: Por doação.
Data da coleta: 08/02/2019.
Coleta etapa: 1º coleta.
Fabricante: Sob pesquisa.
Local do fabricante: Sob pesquisa
Sigla do fabricante: Não consta. Peça lisa sem qualquer identificação.
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: n/c. Peça lisa sem qualquer identificação ou relevo alto ou baixo..
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 12,4cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.256cm³.
Peso: 3.334g.
Código Munsell: 10R 5/10.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares: Alguns documentos narram que tijolos que são lisos dos dois lados e com tom avermelhado são conhecidos como
"Tijolo Burro".
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00786.
Outros tijolos do Quartel que continua na parte 151. Acesse o link abaixo:
_____________________________________________________________________________________________________________________________________




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00633.
Número de Controle: 0126.
Construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Local da construção: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Pau
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.
Observação importante.
1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: J E S (1). ( Letra J, letra E e uma letra S).
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,6cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.570cm³.
Peso: 3.658g.
Código Munsell: 5YR 8/4.
Condições da peça: Completa/Excelente.
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00142.

Obs.:
A olaria citada abaixo poderia ser o fabricante do tijolo acima:
Joaquim Elias da Silva.
Local: Bairro da Barra Funda. São Paulo.
Fonte: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla sugerida: J E S

_____________________________________________________________________________________________________________________________________







Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00635.
Número de Controle: 0128.
Construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Local da construção: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Pau
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”

Observação importante.
1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: J E S (1). ( Letra J, letra E e uma letra S). (Obs.: O "S" da sigla está invertido).
Medidas:
Comprimento: 28,0cm.
Largura: 14,7cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.881cm³.
Peso: 4,218g.
Código Munsell: 7.5YR 4/10.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Condições da peça: Completa/Excelente.
Formato da moldura: Abaloado simples estreito.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00140.
Obs.:
A olaria citada abaixo poderia ser o fabricante do tijolo acima:
Joaquim Elias da Silva.
Local: Bairro da Barra Funda. São Paulo.
Fonte: Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX.
Data de fundação da olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla sugerida: J E S

_____________________________________________________________________________________________________________________________________





Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00634.
Número de Controle: 0127.
Construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Local da construção: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Pau
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
29/09/2022 07:18 Postagem: editar
https://www.blogger.com/blog/post/edit/1338907147925638856/6425991602209756883 391/425
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observação importante.
1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca do fabricante: - - (Na descrição não consta letras ou números, mas apenas dois pequenos traços na horizontal.)
Medidas:
Comprimento: 27,5cm.
Largura: 13,5cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.598cm³.
Peso: 3.635g.
Código Munsell: 7.5YR 5/2.
Condições da peça: Completa/Excelente.
Formato da moldura: Losango arqueado. (Descrição Sugerida).
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00141.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________






Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00636. (1).
Número de Controle: 0129.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Local da construção: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Pau
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observação importante.
1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Medidas:
Comprimento: 28,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 8,0cm.
Volume: 2.912cm³.
Peso: 4.613g.
Código Munsell: 5YR 4/12.
Condições da peça: Completa/Excelente.
Formato da moldura: Abaloado simples largo.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Complemento:
29/09/2022 07:18 Postagem: editar
https://www.blogger.com/blog/post/edit/1338907147925638856/6425991602209756883 393/425
As cerâmicas podem ser compostas por materiais inorgânicos e não metálicos . Eles são tipicamente de natureza cristalina e são compostos formados entre elementos
metálicos e não metálicos, como alumínio e oxigênio (alumina-Al2O3), cálcio e oxigênio (cálcia - CaO) e silício e nitrogênio (nitreto de silício-Si3N4).
Fonte: http://ceramic-studio.net/ceramic/price/the_word_ceramic/
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-F

Observações complementares:
É comum encontrar tijolos sem qualquer identificação do fabricante, as razões são muitas, mas evitar uma rastreabilidade para não pagar impostos é a principal.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________





Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00637. (2).
Número de Controle: 0130.
Construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Local da construção: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Pau
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observação importante.
1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Detalhes: Estou pesquisando qual a razão que os fabricantes de alguns tijolos não imprimiam o nome da olaria no produto.
Medidas:
Comprimento: 28,6cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 8,0 cm.
Volume: 3.203cm³.
Peso: 4.770g.
Código Munsell: 5YR 7/8.
Condições da peça: Completa.
Formato da moldura: Abaloado simples largo.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 (Oxido de Alumínio) · 2SiO2 (Dióxido de silício)· H2O.(Água).
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00138.

Observações complementares:
É comum encontrar tijolos sem qualquer identificação do fabricante, as razões são muitas, mas evitar uma rastreabilidade para não pagar impostos é a principal.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TQGC-00638. (3).
Número de Controle: 0131.
Construção: Antigo Quartel da Guarda Cívica.
Local da construção: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Pau
Local de coleta: Avenida do Estado s/n. Bairro da Sé. Várzea do Carmo. São Paulo.
Ano da construção: Início por volta de 1860 e passa por reformas sucessivas até hoje.
O edifício fora sede da Chácara do Fonseca (início séc. XIX), Convento (data desconhecida), Seminário de Educandos (1860), Seminário de Educandas (1861),
Hospício dos Alienados (1862-1903) e Almoxarifado e Quartel da Guarda Cívica.
Fonte: http://www.preservasp.org.br/15_informativo_batalhao
Contato para liberação do item:
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Datação do tijolos: Data base 1903, ano em que a parede onde os tijolos estavam foi construída, mas provavelmente esses tijolos foram fabricados no século XIX.
Como ainda precisamos de mais pesquisas com documentos da época as datas permanecem como itens “Sob pesquisas”.

Observação importante.
1- Se os tijolos foram fabricados entre 1902 e 1903, poderíamos considerar uma datação entre 118 e 119 anos em 2021.
2- Se os tijolos foram fabricados no século XIX e sejam de reaproveitamento, neste caso a datação fica ainda mais complexa pois podem ter pertencido a construções
muito mais antigas passando assim dos 140 anos cada.
3- Quando encontramos numa mesma parede uma quantidade bem maior do que o razoável de marcas diferentes, isso é um forte indício de que aquela parte da
construção foi feita com tijolos reaproveitados
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.457cm³.
Peso: 3.779g.
Código Munsell: 7.5YR 5/4.
Condições da peça: Completa.
Formato da moldura: Abaloado simples largo.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: QGC-00137.

Observações complementares:
É comum encontrar tijolos sem qualquer identificação do fabricante, as razões são muitas, mas evitar uma rastreabilidade para não pagar impostos é a principal.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Em breve.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Em breve.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Em breve.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Em breve.

____________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 030:
Em breve.

Em fase de montage. Grato pela atenção.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 031:
Tijolos. 

Instituto Pasteur. Avenida Paulista. Cidade de São Paulo.



Cartão editado em 19/12/1903. 
Matéria para consulta: 

Em fase de montage. Grato pela atenção.

Primeiro quero agradecer a todos da direção do Instituto Pasteur que nos atenderam com muito carinho doando assim duas peças para engrandecer ainda mais o nosso pequeno acervo.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________


História: 

O Instituto Pasteur é uma entidade centenária ligada à Secretaria da Saúde do Governo do estado de São Paulo dedicada à pesquisa científica sobre a raiva animal, doença infecciosa que atinge o Sistema Nervoso Central e que através da transmissão do vírus pode contaminar todos os grupos de mamíferos, sendo potencialmente fatal em casos mais graves. A grande missão do Instituto é, com as atividades em laboratórios e projetos de pesquisa, controlar e atentar a população em relação à raiva e outras encefalites virais fazendo atividades de laboratório com pesquisas e inovações. O edifício original teve projeto do arquiteto Carlos Milanese, de 1895, e foi construído para ser uma clínica de saúde. A construção em estilo neoclássico italiano, tinha acabamento de tijolos à vista e molduras com frisos e cantoneiras. Na época passou por adaptações internas para abrigar o serviço e a produção de vacinas antirábicas. Ele está localizado atualmente no logradouro: Avenida Paulista, 393 - Cerqueira César. São Paulo - SP. Foi fundado por iniciativa privada em 5 de agosto de 1903 como uma instituição particular e altruística, tendo como seu primeiro presidente Ignácio Wallace da Gama Cochrane, ex-deputado e diretor da Superintendência de Obras Públicas do Estado. Em 1916, a instituição começou a ter problemas econômicos, impossibilitando assim que o tratamento fosse gratuito, por isso foi doada ao governo de São Paulo, o que acabou resultando no Decreto-Lei n° 1.525, de 13 de agosto de 1916. Ou seja, tornou se dever do governo do Estado a vacinação e controle da raiva. O que foi de extrema importância para a população brasileira, já que, no início do século XX, a raiva canina cresceu muito devido ao desenvolvimento industrial e o êxodo do campo e resultou em muitas mortes na sociedade, devido a isso a população necessitava muito mais do tratamento preventivo. As pessoas eram atendidas nos ambulatórios e as pessoas do interior e de outros estados também eram tratadas. Em seus primeiros anos, o Instituto tinha três principais áreas de atuação: a produção de imunobiológicos, como a vacina contra a raiva e o soro antitetânico, o ensino da bacteriologia, que incluía um curso de inspeção de alimentos, e a pesquisa na área da saúde pública, com foco em doenças tropicais. De acordo com as descobertas científicas nas instituições estrangeiras, conseguiam introduzir novas tecnologias. Fonte: Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. www.saopauloinfoco.com.br/historia-do-sacoma/ 1/6
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Os Tijolos.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: 
TIP-00870.
Número de Controle: 0033.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Instituto Pasteur.
Local da construção: Avenida Paulista, 393 - Bairro de Cerqueira César. São Paulo - SP.
Local de coleta: Avenida Paulista nº 393 - Bairro de Cerqueira César. São Paulo.
Ano da construção: 1895.
Datação do tijolo: Entre 125 e 127 anos em 2020.
Sistema de aquisição: Por doação.
Autorizado por: Representante da secretaria.
Marca do fabricante:  SACOMAN
Fabricante: Olaria Saccoman Frères (Irmãos Sacoman). Cerâmica Sacoman S/A.
Ano da fundação da Olaria/Cerâmica: Por volta de 1890 no Bairro da Água Branca.
Endereço:
Loja: Rua São Bento n 389 3 andar.
Telefones: 33-4453 334277.
Fábrica e Administração: Avenida das Lágrimas n 71 Sacoman. Telefone 3-0105.
Caixa Postal: 256.
Endereço telegráfico: "TERRACOTA" - São Paulo.
Locais do fabricante: Olaria Saccoman Frères (Irmãos Sacoman).
Fundada pela família francesa Saccoman Fréres (Irmãos Sacoman) no Bairro da Água Branca em 1855 depois foi transferida para Osasco e depois para o Bairro do
Ipiranga (Estrada das Lágrimas nº 71). Bairro do Sacoman. São Paulo.), onde construiu sua sede em 1895. (SALLA 2014), Encerrou sua atividades em 1956, segundo a
Revista do Historiador n 145.
Fonte: https://even3.blob.core.windows.net/processos/5db1f035ac3f4d6d9ed3.pdf
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1895 e 1896.
Data de fundação da Olaria: 1890 no Bairro da Água Branca.
Marca do fabricante: Sacoman (Palavra Sacoman).
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli.
Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,0 cm.
Largura: 12,0 cm.
Altura: 6,0 cm.
Volume: 1872 cm³.
Peso: 3.490 g.
Código de Munsell: 10R 4/14.
Formato da peça: Completa.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Código da imagem: IST-004.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: 
TIP-00873.
Número de Controle: 0034.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Instituto Pasteur.
Local da construção: Avenida Paulista nº 393 - Bairro de Cerqueira César. São Paulo - SP.
Local de coleta: Avenida Paulista nº 393 - Bairro de Cerqueira César. São Paulo.
Ano da construção: 1895.
Datação do tijolo: Entre 125 e 127 anos em 2020.
Sistema de aquisição: Por doação.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. Superfície lisa.
Formato da moldura: Não consta.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 25,5 cm.
Largura: 12,0 cm.
Altura: 4,0 cm.
Volume: 1224 cm³.
Peso: 2.140 g.
Código de Munsell: 5yr 5/12.
Tijolo do tipo lajotinha, sem qualquer inscrição, totalmente liso.
Formato da peça: Completa.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS
Código da imagem: IST-005.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________



_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 032:
Em breve.
Em fase de montage. Grato pela atenção.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 033:

EM FASE DE ATUALIZAÇÕES.

Tijolos.
Cidade de São Luiz do Paraitinga. Estado de São Paulo.



Código da Imagem: SL-001.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Antiga Casa. Rua do Carvalho nº entre 20 e 30. Cidade de São Luíz do Paraitinga.

Fotografia do início do século onde aparece a construção de onde o tijolo fazia parte. Rua do Carvalho nº entre 20 e 30.
Código da Imagem: SL-002.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________



Fotografia de 1936. A linha em vermelho mostra o local da construção de onde o tijolo foi adquirido. Fonte; DVD com imagens antigas da cidade gentilmente cedido pela Pousada Nativas.
Código da Imagem: SL-003.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

 São Luiz do Paraitinga 

 São Luiz do Paraitinga é uma cidade paulista que se localiza na região do Alto Vale do Rio Paraíba do Sul, nas seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 23° 13′ 23″ – S e Longitude: 45º 18′ 38″ – W. Os municípios limítrofes são: ao norte, Taubaté, cujo centro urbano dista 45 km do centro de São Luiz; ao sul Ubatuba, a 54 km; ao leste, Lagoinha a 24 km e a oeste, Redenção da Serra a 35 km; e Natividade da Serra, a 65 km. Da capital paulista, dista 171 km por rodovia. O acesso à cidade de São Luiz do Paraitinga se dá pela Rodovia Oswaldo Cruz (SP – 125) que liga Taubaté a Ubatuba. Atualmente, São Luiz do Paraitinga é um dos 39 municípios que compõem a Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVP-LN), instituída pelo Governo do Estado de São Paulo, em 9 de janeiro de 2012.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Fotografia do início do século. Autor desconhecido. Rua do Carvalho nº entre 20 e 30.
Código da Imagem: SL-004.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.  


Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TSLP-00890. 
Número de controle: 0040. 
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Casa antiga. 
Local de construção: Rua do Carvalho nº entre 20 e 30. Cidade de São Luiz de Paraitinga. Estado de São Paulo. 
Local de coleta: Rua do Carvalho nº entre 20 e 30. 
Cidade de São Luiz de Paraitinga. Estado de São Paulo. 
Ano da construção: entre 1870 e 1880. 
Provável sistema de construção primária: Taipa de sopapo e ou taipa de pilão. Com o passar do tempo foram acrescentados tijolos a construção. Sistema de doação: Tijolo doado pelo Sr. Geraldo proprietário do antigo sobrado. Fabricante do tijolo: Sob pesquisas. Segundo alguns antigos moradores de São Luíz haviam duas olarias na cidade que já fecharam. Uma delas era da década de 1980, então descartei a possibilidade de ser a fabricante do tijolo acima a outra era mais antiga, mas preciso investigar mais na próxima oportunidade. Pude perceber durante a vigem até São Luiz que haviam barrancos enormes de argila de tonalidade avermelhada e amarela em alguns casos a branca. Muitos dos tijolos que vi em várias partes da cidade são de com mais para o vermelho devido a concentração de Óxido de Ferro. Fabricante do tijolo: Sob pesquisas. 
Sigla oficial do fabricante: M & F (Letra M, o caractere & comercial e uma letra F). Em algumas siglas, em alguns casos, o caractere "&" comercial é substituído por estrela (★). Olaria: Sob pesquisas. 
Local da Olaria: Sob pesquisas. 
Data de inauguração da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data provável da construção do antigo sobrado 1870. 
Data de fabricação do tijolo: entre 1870 e 1871. 
Datação do tijolo: Por volta de 140 anos em 2019. Se considerar o peso e as medidas certamente tem mais de cem anos. Formato da moldura: Não encontrei um documento que possa dizer qual seria a forma da moldura neste tijolo já que é primeiro que eu encontro nesse desenho e esse problema eu tenho em vários dos tijolos do acervo por falta de documentos sobre o assunto. Neste caso, como fiz com outros tijolos eu sugeri a seguinte formato: Losango arredondado com pontas semicirculares. 
Medidas: 
Comprimento: 27,5cm. 
Largura: 13,5cm. 
Altura 7,0cm. 
Volume: 2.598cm³. 
Peso: 3.635g. 
Código Munsell: 5YR 8/4.
Condição da peça: Completa/Excelente. 
Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Observações complementares: 
Autoria da Imagem: Marco Machado. 
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm. 
Código da Imagem: TSL-002 _____________________________________________________________________________________________________________________________________

Os 2 exemplares abaixo foram fotografados na cidade durante as pesquisas.


Tijolos que não fazem parte do nosso acervo e que foram fotografado na cidade.   Detalhes: Quanto a gravação a primeira letra não foi identificada, no meio um desenho em formato de uma letra "X", em seguida uma letra F 
Autoria da Imagem: Rafael Machado. 
Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm. 
Código da Imagem: TSLP-864. 



Detalhes: Gravação desenho de uma âncora. A âncora tem um forte apelo simbólico que pode ser tanto religioso quanto militar.
Autoria da Imagem: Rafael Machado. Câmera: CANON Rebel T6i. 18:55 mm. Código da Imagem: TS-004.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 034:

Arqueologia. Estudos com o DATUM-POINT.

Em fase de catalogação. 

O DATUM-POINT é uma ferramenta poderossísima para a arqueologia, estudar suas funções na prática é um passo importante para o aprezizado fundamental para os estudantes da área.









_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 035:
Tijolos.
Tijolos com a Marca do Sagrado Coração de Jesus.


Desde 2016 quando comecei minhas pesquisas sobre as olarias dos Beneditinos no Estado de São Paulo tenho tido muita dificuldade para identificar os tijolos fabricados por essa denominação religiosa muito antiga. Durante séculos os Beneditinos tem fabricado tijolos para construção de igrejas, templos e todo tipo de estruturas com finalidade religiosa, com o passar dos tempos eles também começaram a comercializar seus produtos que também contava com a fabricação de telhas. Um tijolo em especial tem chamado minha atenção, são aqueles que tem como marca uma Cruz sobre um coração. Esse símbolo é conhecido no meio religioso como O Sagrado Coração de Jesus. Trata se sem dúvida de uma marca milenar para ao cristianismo. Já vi esses tijolos sendo vendidos em vários sites tanto de cidades do Estado de São Paulo como em outras partes do Brasil. A história dos Beneditinos começou com muita força na região do Tijucussú em São Caetano do Sul onde compreende a atual região do grande ABC em São Paulo. Os Beneditinos começaram a produzir tijolos por volta de 1837 e sua produção, além de uso local, esses tijolos foram enviados para a construção de vários prédios das congregações Beneditina, assim como para a construção de edifícios do governo da província. 

O exemplar abaixo eu adquiri num antiquário da cidade de Votorantim interior de São Paulo e provavelmente pertenceu a alguma antiga igreja, mas a pesquisa ainda não acabou. As dificuldades para se identificar as marcas ou gravações nos tijolos antigos não é uma tarefa fácil, por vários motivos e um que eu quero destacar é que a oficialização das olarias só veio ocorrer em 1937, antes disso 95 por cento dos fabricantes de tijolos trabalhavam na clandestinidade e muitas delas dependiam de mão de obra escrava. Nesse mesmo ano um grupo de engenheiros, entre eles Roberto Simonsen, oficialmente definiram as medidas para um tijolo padrão que ficou conhecido como o tijolo paulista que tinham as medidas de 25cm de comprimento, 12 cm de largura e 6 de altura devido ao fato de que os tijolos tinham uma quantidade muito variada de medidas o que trazia vários problemas durante as execuções dos projetos e o assentamento dos tijolos, entre outras dificuldades.

Um Estudo Indica uma Origem do Fabricante.

Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas..
Formato da moldura: Não consta 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Tijolos.


Coleção: Marco Machado.
Código da peça. Item TVT-00783.
Número de Controle: 0175
Cidade de Votorantim. Estado de São Paulo.
Ano da construção: Local da construção ainda sob pesquisas, assim como todas as suas respectivas datas.
Local da construção: Em fase de pesquisas. Tijolo adquirido num antiquário
Local de coleta: Antiquário EspectroFish. Cidade de Votorantim. Estado de São Paulo.
Sistema de aquisição: Por compra em antiquário.
Data da coleta: 02/04/2008.
Coleta: A peça foi comprada no Antiquário EspectroFish. Cidade de Votorantim – SP.
Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Retangular arqueado.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.457cm³.
Peso: 4.000g.
Código Munsell: 5YR 9/8.
Formato da peça: Completa.
Designação: Material construtivo.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: IMG-0222.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFM-I00602.
Número de Controle: 0062.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Antiga fazenda na Cidade de Itu.
Local da construção: Antiga fazenda na Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Ano da construção: Sob pesquisas.
Local de aquisição: Antiga fazenda na Cidade de Itu.
Doado pelo colaborador o Sr. Matheus Mattos.
Sistema de aquisição: Por doação.
Data da aquisição: 2022.
Sistema de aquisição: Por doação.
Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Retangular arqueado.
Medidas: 
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.646cm³.
Peso: 4.193g.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Condição da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Manual.
Tipo de forma/moldagem: Manual.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química da argila pura é 2SiO2.Al2O3.2H2O.
Fonte: https://docs.ufpr.br/~gazda/ceramica1.htm
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Observações complementares.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-ITU02.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________




Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFP-00786. 
Número de Controle. 0297.
Construção: Fazenda Paraízo. 
Local da construção: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera. Itu. 
Local de coleta: Fazenda Paraízo. Alameda Joaquim Emídio Nogueira Bicudo - Chácaras Primavera, Cidade de  Itu.  Ano da fundação: 1610. 
Sistema de aquisição: Via doação. Suas doadoras. Sra. Luciana e Sra. Fernanda. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Marca: Símbolo do Sagrado Coração de Jesus.
Fabricante: A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Cidade de Itu. Estado de São Paulo.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo em Itu.
Local do fabricante: Bairro de São José. Cidade de Itu marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Não consta 
Medidas: 
Comprimento: 23,0cm. 
Largura: 10,8cm. 
Altura: 9,5 cm. 
Volume: 2.359cm³. 
Peso: 2.740g. 
Código Munsell: Sob pesquisas.
Formato da peça: Completa. 
Matéria prima: Argila. Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Designação: Material construtivo. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. 
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Estado de conservação: Bom. 
 Autoria da imagem: Marco Machado. 
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: IM-0800.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Três belos exemplares o maior provavelmente é o mais antigo. Esses tijolos eram fabricados na própria cidade de Itu´, mas neste caso pelos Jesuítas.
Fonte: Canalitv.com.br.
A Olaria Coração de Jesus século XVIII, fabricante dos tijolos acima pertencia a João Ferraz de Almeida Prado Sobrinho, O Nho. Bairro de São José. Itu -SP. Os tijolos com a marca eram vendidos aos devotos do sagrado Coração de Jesus.
Fonte: Revista Campo & Cidade Janeiro 2005.
Informação enviada pelo colaborador Joaquim Emidio Nogueira Bicudo proprietário da Fazenda Paraizo. Itu.
É provável que os Beneditinos que tinham uma olaria no início do século XVIII no Bairro da Fundação em São Caetano do Sul fabricavam tijolos com essa marca. As pesquisas ainda estão em andamento para confirmar tal fato.

Obs.:
O tijolo da direita tem a gravação em alto relevo.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 036:

EM FASE DE ATUALIZAÇÕES.
06/04/2026.

Tijolos.
Vila Maria Zélia. Bairro do Belenzinho. Cidade de São Paulo. Estado de São Paulo.


Imagem de 1917. Autor desconhecido. 
Código da imagem: MZ-001.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________



Fonte: Publifolha.
Código da imagem: MZ-002.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

A história do tijolo gravado com o desenho de uma chave.


Detalhes: Na Vila Maria Zélia todas as casas, por incrível que pareça, tinham todas a mesma chave, que também foi gravado em alguns tijolos das construções da vila. O Sr. Dedé, que é um dos administradores da Vila, gentilmente nos mostrou esse tijolo com o desenho da chave, que é um exemplar oficial usado nas construções do local.
Imagem autorizada pelo representante da administração.
Autoria da imagem: Rafael  Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-003.



Tijolo fotografado na biblioteca da FAU na Cidade Universitária em São Paulo.
Na imagem é possível ver que pode se tratar do mesmo fabricante, porém não encontrei nenhum documento que possa afirmar esse fato.
Imagem autoriz\da pelos responsáveis da bilbioteca.
Código da imagem: MZ-004.
_____________________________________________________________________________________________________________________________________

História.

A Vila Maria Zélia, em São Paulo - SP, foi construída em 1916, por Jorge Street vinculada à fábrica de tecidos de sua propriedade. CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Nome atribuído: Vila Maria Zélia Localização: R. Cachoeira, s/n – Belenzinho – São Paulo - SP. Número do Processo: 24268/85 Resolução de Tombamento: Resolução 43, de 18/12/1992 Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo, Seção I, 19/12/1982, p. 25 Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 305, p. 77, 28/05/1983 A Vila Maria Zélia, construída em 1916, foi idealizada por Jorge Street, médico formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro que, ao construí-la, vinculada à fábrica de tecidos de sua propriedade, procurou assegurar aos seus operários, além da moradia, o bem estar da comunidade, oferecendo creche, escola, jardim de infância, ambulatórios médico e dentário, farmácia, armazém, açougue, salão de festa e um teatro que não chegou a ser concluído. Em decorrência das dívidas acumuladas, Jorge Street vendeu o seu patrimônio que, em 1939, depois de ter pertencido às famílias Scarpa e Guinle, foi adquirido pela Goodyear que demoliu a creche, o jardim de infância, o coreto e dezoito casas, incorporando os respectivos terrenos à fábrica. Em 1969, as casas foram vendidas pelo sistema financeiro da habitação a seus moradores. Em 1970, deixou de ser uma vila particular para se transformar em logradouro público. 
Fonte: Palmira Petratti Teixeira. CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo Nome atribuído: Vila Maria Zélia Localização: R. Cachoeira, s/n – Belenzinho – São Paulo - SP. Resolução de Tombamento: Resolução 39/92. 
Fonte: http://www.ipatrimonio.org/?p=118#!/map=38329&loc=-23.533084999999986,-46.599056,17

_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TVMZ-00683. 
Número de controle: 0041.  
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Vila Maria Zélia. 
Local de construção: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. São Paulo. 
Local de coleta: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho.
Ano da construção: 1916. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Coleta: A peça foi doada pelo Sr. Dedé membro da administração da Vila. 
Contato para liberação do item: Sr. Dedé. 
Fabricante: Cerâmica Sacoman S.A. Fábrica e Administração: Avenida das Lágrimas n 71 Sacoman. Telefone 3-0105. Caixa Postal: 256. Endereço telegráfico: "TERRACOTA" - São Paulo. Locais do fabricante: Olaria Saccoman Frères (Irmãos Sacoman). Fundada pela família francesa Saccoman Fréres (Irmãos Sacoman) no Bairro da Água Branca em 1855 depois foi transferida para Osasco e depois para o Bairro do Ipiranga (Estrada das Lágrimas nº 71). Bairro do Sacoman. São Paulo.), onde construiu sua sede em 1895. (SALLA 2014), Encerrou sua atividades em 1956, segundo a Revista do Historiador n 145. 
Fonte: https://even3.blob.core.windows.net/processos/5db1f035ac3f4d6d9ed3.pdf 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1895 e 1896. 
Data de fundação da Olaria: 1890 no Bairro da Água Branca. 
Período de atividade da olaria: 66 anos.
Data de encerramento das atividades: 1956
Marca do fabricante: Sacoman (Palavra Sacoman). 
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Marca do fabricante: SACOMAN 
Detalhes: A primeira grande fábrica de produtos cerâmicos do Brasil foi fundada em São Paulo, em 1893, por quatro irmãos franceses, naturais de Marselha, com o nome de Estabelecimentos. Sacoman Frères (Irmãos Sacoman), posteriormente alterado para Cerâmica Sacoman S.A.
Datação do tijolo: 1915 e 1916. Aproximadamente 95 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: 1890 no Bairro da Água Branca. 
Período de atividade da olaria: 66 anos.
Data de encerramento das atividades: 1956
Medidas: 
Comprimento: 25,4 cm. 
Largura: 12,5 cm. 
Altura: 6,0 cm. 
Volume: 1.905 cm³. 
Peso: 2.960g. 
Código Munsell: Sob pesquisas.
Condição da peça: Completa/Excelente. 
Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo.
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Marco Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-005.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Segundo nos disseram os tijolos com a marca SACOMAN vieram da França, no entanto o único dos irmãos que fabricava tijolos na França foi Pierre Sacoman e os gravava com uma estrela entre outros desenhos sem citar o sobrenome Sacoman, vide imagem abaixo.


TIJOLO


Código da imagem: MZ-009.

Detalhes: 1- O recorte na parte direita do tijolo na realidade e resultante da quebra. 
2- A estrela identifica que o tijolo era fabricado por Pierre Sacoman na França. 
Fonte: http://www.hms.civil.uminho.pt/sahc/2010/107.pdf 
Somente no Brasil é que a Sacoman & Frerés (Irmãos em português),começou a fabricar tijolos com a marca SACOMAN, por isso esses tijolos provavelmente não vieram da França e sim fabricados aqui. Outro sim, os Irmãos Sacoman começaram a fabricar os tijolos em 1893, isto é, a Villa começou a ser construída em 1916, 9 anos depois e não seria possível que eles fossem até a França para produzir os tijolos com a marca Sacoman. Tem alguma informação desencontrada nesse sentido quando se afirma que os tijolos foram fabricados na França. 
Código da imagem: MZ-006.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Esse tijolo fazia parte da soleira (Guias) das ruas da Vila conforme fotografia abaixo tirada no local. Esse tipo de uso com tijolos cerâmico é muito raro quando se trata de vias públicas, comum é seu uso, neste caso, em muretas de jardins.


TIJOLO.
Em breve.
Autoria da imagem: Rafael de Mello. 
Imagem autorizada pelo Sr. Dedé. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-007.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TVMZ-00685. 
Número de controle: 0042.   
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Vila Maria Zélia. 
Local de construção: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. São Paulo. 
Local de coleta: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. 
Ano da construção: 1916. 
Coleta: As peças foram doadas pelo Sr. Dedé responsável pelo local. 
Fabricante: Sob pesquisas. Mas segundo o administrador da Vila o tijolo é de fabricação francesa do início do século. 
Local do fabricante: França, informação sob pesquisas.
Contato para liberação do item: Sr. Dedé. 
Local de coleta: Prédio da antiga Farmácia. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Marca/Sigla do fabricante: Não consta. 
Local: Endereço completo sob pesquisas. Entre 1915 e 1916. 
Datação do tijolo: Aproximadamente 106 anos em 2019. 
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Detalhes: Tijolo com dois furos na horizontal e com sulcos de um lado da Medidas: Descrições físicas. 
Medidas: 
Comprimento: 24,0cm. 
Largura: 11,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 1.848cm³. 
Descontando os dois furos considera se que a área física seja de 576 cm³. 
Peso: 1,642 g. 
Código Munsell: 7.5YR 6/8.
Condição da peça: Completa/Excelente.
Matéria prima: Argila. Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. 
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-008.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TVMZ-00684. 
Número de controle: 0043.   
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Construção: Vila Maria Zélia. 
Local de construção: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho. São Paulo. 
Local de coleta: Vila Maria Zélia. Rua Cachoeira, s/n – Belenzinho.
Ano da construção: 1916. 
Coleta: As peças foram doadas pelo Sr. Dedé responsável pelo local. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local do fabricante: Sob pesquisas.
 Contato para liberação do item: Sr. Dedé. 
Local de coleta: Prédio do antigo Centro Cultural. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Sigla oficial do fabricante: . M . (Letra M com dois pontos de cada lado). 
Local: Endereço completo sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Entre 1915 e 1916.  
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
Detalhes: Descrições físicas. 
Formato da moldura: Arco duplo. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Página nº 202. 
Descrições físicas. 
Medidas: 
Comprimento: 25,5 cm. 
Largura: 11,5 cm. 
Altura: 6,0 cm. 
Volume: 1.683 cm³. 
Peso: 1.158g. 
Código Munsell: 5YR 8/2.
Condição da peça: Completa/Excelente. 
Matéria prima: Argila. 
Sistema de fabricação: Sob pesquisas. 
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
 Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. Complemento: As cerâmicas podem ser compostas por materiais inorgânicos e não metálicos . Eles são tipicamente de natureza cristalina e são compostos formados entre elementos metálicos e não metálicos, como alumínio e oxigênio (alumina-Al2O3), cálcio e oxigênio (cálcia - CaO) e silício e nitrogênio (nitreto de silício-Si3N4). Fonte: http://ceramic-studio.net/ceramic/price/the_word_ceramic/ 
Observações complementares: 
Autoria da imagem: Rafael Machado. 
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: MZ-009.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 037:

Matéria.
O Alto Custo dos Tijolos nas Décadas de 1860, 1970 e 1880.


O alto custo dos tijolos até meados da década de 1860 pode ser entendido como um dos motivos que não permitia sua máxima empregabilidade. No início da década de 1860 tem-se o registro das primeiras máquinas a vapor a fabricar peças cerâmicas nas olarias de São Paulo, o que possibilitou o aumento da produtividade. No entanto, permanecia a desconfiança na qualidade do material produzido e a dificuldade da sua aplicação. A consolidação do emprego de alvenaria de tijolos nas construções tanto públicas quanto particulares em São Paulo ocorreu durante a década de 1870. Verificou-se nesse período a significativa diminuição do 6 uso de técnicas mistas nas edificações, que ainda na década de 1850 continuavam a empregar a taipa, mas já utilizavam a alvenaria em alguns elementos das construções, como fachadas, adornos, etc.
Fonte: http://www.abphe.org.br/arquivos/natalia-maria-salla.pdf

Considerações.

Com base na citação acima podemos concluir que os sistemas de taipa de pilão e de sopapo ainda permaneceram em uso mesmo com a chegada do tijolo. Devemos considerar que somente com o fim da escravidão o sistema de taipa de pilão ficou inviável, pois esse sistema necessitava de grande mão de obra escrava e os trabalhadores, agora livres, passam a ser remunerados e o custo cresce e muito.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 038:
Matéria.
Arqueologia. Estudos das Argamassas.
Em fase de catalogação. 


Código da imagem: AR-001.
A Argila.

As argamassas usada para assentar os tijolos e também para rebocar as paredes também são itens importantes para as pesquisas. A argila é a principal matéria prima, tanto da argamassa  quanto dos rebocos. N imagem acima podemos ver uma análise de cunho visual sobre as amostras de argilas coletadas a uma profundidade de 5 metros de um poço na chácara do Sr. Julio na área rural de Araçoiaba da Serra interior de São Paulo. 
Na placa, à esquerda, podemos ver as descrições técnicas de cada amostra. Muitas construções antigas e e algumas atuais, apresentam  argamassa para assentamento dos tijolos feitas de barro local. Por isso a coleta das argamassas nas construções antigas, tanto aquelas que vem coladas nos tijolos quanto as amostras diretas do solo são materiais essenciais nas pesquisas.

Exemplos de Amostras de Argamassas e Rebocos.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Em fase de atualizações.

Publicação 039:

Tijolos.
Chácara do Rosário. Cidade de  Itu. Estado de São Paulo. Fundada em 1756. 

Especial Atenção.

Agradecimento Especial. Quero agradecer ao Sr. João Pacheco que foi uma fonte riquíssima de informações para a realização deste trabalho... História. Casa de aspecto senhorial pertence à mesma família desde 1756, quando as terras foram adquiridas por Antônio Pacheco e Silva. Apesar de alguns anexos posteriores à sua construção, o projeto original está bastante preservado. Partindo de um grande pátio calçado e cercado por muro baixo, alguns degraus em pedra bruta dão acesso ao amplo alpendre sustentado por dois portentosos pilares de madeira. Dali se adentra a sala principal, que impressiona pela altura de seu pé direito e pela estrutura em madeira da cobertura em telha vã. Na década de 1950, a casa foi criteriosamente restaurada, sob a orientação do arquiteto Luís Saia, a pedido de seu proprietário, o engenheiro José Elias Matos.

Pacheco. Perto da sede fica o antigo engenho de açúcar, construção em taipa com telhado em duas águas, conforme os padrões das primeiras edificações quinhentistas do Planalto de Piratininga. Um aspecto interessante e diferenciado da Casa do Rosário está no fato de que ela ainda possui um edifício anexo, cujo núcleo original – uma construção de duas águas e um grande vão sobre uma extensa viga mestra que sustenta o telhado – tem todas as características formais daquilo que foi a estrutura das primeiras construções realizadas em São Vicente. Da forma ideal deste primeiro edifício – forma retangular, quatro paredes portantes, duas delas com empenas triangulares nos lados menores do retângulo, em onde se apoiam as vigas do telhado de duas águas – seria possível deduzir a evolução da arquitetura colonial vicentina, incluindo as construções administrativas e militares. Logo acima, a Casa do Rosário, com duas águas e um alpendre na fachada, e um sistema de sustentação do telhado similar, parece concordar com essa sugestão.

Trabalho de Mara Aristeu Pessoa. 

Inserida no município de Itu, a Chácara do Rosário, propriedade rural detentora de patrimônio cultural reconhecido por diversos órgãos de patrimônio e turismo, foi fundada no ano de 1756, completando mais de dois séculos e meio de sólida existência. A fazenda se originou com a produção do açúcar, momento significativo da economia ituana, sendo reconhecida como uma das maiores produtoras da província. A propriedade sempre pertenceu à mesma família e na atualidade se abriu para o turismo e educação, recepcionando grupos de visitantes, escolas e sediando eventos. De acordo com NARDY FILHO (2006, vol. 5, 2ª Ed.), a família Pacheco de Itu procederia de dois troncos genealógicos diferentes: os descendentes de Manuel de Sampaio Pacheco (e de seus tios) e os de Manuel Pacheco Gatto. Em ambos os troncos, termo utilizado pelos historiadores, seria notável a presença de tradicionais famílias ituanas que ocuparam cargos de importância na governança de sua terra. Segundo o mesmo autor, as famílias Pacheco e Ferraz seriam as duas mais importantes e poderosas famílias da vila de Itu, seja pelas suas “avultadas” (sic) fortunas assim como pelo prestígio que gozavam junto ao governo da capitania. Estas famílias possuíam estreita relação de amizade, e também inimizade. (NARDY FILHO, 2006, vol. 5, 2ª ed., p.199) O capitão Antonio Pacheco da Silva nasceu na vila de Cotia, era filho de Manuel Pacheco Gato e Dona Izabel Gonçalves da Silva, portanto, descente pelo lado paterno da ilustre família Borba Gato. Este capitão casou-se duas vezes na vila de Itu, a primeira em 1744, com Dona Maria de Campos Bicudo, e a segunda em 1748, com Dona Inacia de Góis Araujo. Do seu primeiro matrimônio, teve somente uma filha, Isabel Maria do Lado de Cristo. Mas foi do seu segundo matrimônio, no qual teve dez filhos – sendo seis homens e quatro mulheres, que o Capitão Antonio Pacheco da Silva passou a residir em Itu “onde adquiriu uma sesmaria, abriu suas lavouras, vindo a falecer nessa mesma vila aos (sic) 8 de janeiro de 1779”. (NARDY FILHO, 2006, p. 199) 43 O capitão Antonio Pacheco da Silva fora sertanista, entrando nos sertões de Cuiabá e Goiás, e um dos maiores e mais importantes fabricantes de açúcar da capitania de São Paulo. Portanto, foi um grande latifundiário, possuindo muita escravatura. O capitão era senhor de uma sesmaria de uma légua em quadra24, tornando-se um dos maiores possuidores de terras, no qual se iniciavam no chamado caminho dos matos (e posteriormente, caminho da ponte), descendo pelo córrego Guaraú, margiando (sic) a vila e a estrada Araritaguaba (Porto Feliz), “fazendo fundo em toda essa extensão com a margem esquerda do rio Tietê, aí nesse seu grande sítio, tinha ele seu engenho e lavoura de cana”. (NARDY FILHO, 2006, vol. 5, 2ª Ed., p.200) É possível observar que em todos os fatos da “gloriosa história de Itu, parteintegrante que é da história de S. Paulo [...]” há diversos descendentes do sargento-mor Antonio Pacheco da Silva, representando postos de significância em momentos históricos, heróicos, políticos, assim como em todos os setores da atividade humana. (NARDY FILHO, 2006, p.194) Para o autor, muitos são os descendentes diretos do sargento-mor que, na medicina, advocacia, engenharia, indústria, comércio, política, lavoura, entre outros, exerceram “com patriotismo e honestidade as suas atividades, cooperando para o progresso e riqueza de sua terra”. (NARDY FILHO, 2006, p.196) 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

IBGE ID: 47268.
Código de Localidade: 3523909 Município: Itu .




Tipo de material: fotografia Título: [Chácara do Rosário] : Itu, SP ..."Notas: Também conhecida como Casa do Bandeirante, a Chácara do Rosário é uma propriedade de 1756 com arquitetura típica do período bandeirante e está preservada tal como foi construída na época em que a propriedade chamava-se Engenho Grande e tornou-se uma das maiores produtoras de açúcar da província. Algumas peças usadas na época para a produção do açúcar ainda podem ser encontradas no local. A propriedade ainda pertence à mesma família e se abre para o Turismo Rural e Pedagógico, recepcionando grupos de visitantes, escolas e sediando eventos e cavalgadas"... 
Acesso em: jun. 2016. Disponível em: http://www.itu.com.br/hotsite/default.asp?id=110. Acesso em: jun. 2016. Engenhos; Habitações; Itu (SP); São Paulo (Estado) Título Secundárias: Casa do Bandeirante; Casa dos Bandeirantes; Engenho Grande 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Local onde os tijolos foram encontrados.

O local fica atrás de um dos depósitos da chácara, neste caso, parece ser um tipo de canal para escoamento de água das chuvas.


Código da imagem: CR-005. 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Os Tijolos.



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCdR-00650.
Número de controle: 0115.  
Construção: Chácara do Rosário.
Local da construção: Estrada Velha Itu-Salto, km 1,5. Distância do centro de Itu, 3 km 13301913 Itu - SP.
Local de coleta: Estrada Velha Itu-Salto, km 1,5. Distância do centro de Itu, 3 km 13301913 Itu - SP.
Ano de fundação da Fazenda: Por volta de 1756.
Sistema de aquisição: Por doação.
Doação feita pelo Sr. João Pacheco.
Datação da Fazenda: 264 anos em 2020.
Data de atividade documentada: 01 de agosto de 1913.
Sigla oficial do fabricante: A C (Letra A e uma letra C).
Fabricante: Antonio Cavazzana.
Data de fundação da Olaria: Anteriror a 1913.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas. 
O Jornal República cita a existência da Olaria em 1913, isto é, ela certamente foi fundada entes dessa data.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. Fonte:https://drive.google.com/file/d/1VIAAU9zM
PSDIWv2hRm-77d2o8DcHnI-v/view?usp=sharing
Pinto.pdf
Página nº 202.
Medidas:
Comprimento: 27,0cm.
Largura: 12,5cm.
Altura: 7,5cm.
Volume: 1.521cm³. 
Peso: 4.003g.
Código Munsell: 7.5YR 7/4.
Condições da peça: Completa/Excelente.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-CdR085.
O antigo jornal República da cidade de Itu cita a Olaria de Antonio Cavazzana em 1 de agosto de 1913, porém a olaria deve ser do século XIX.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Esta imagem será atualizada em breve.


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TCdR-0064.
Número de controle: 0116.
Construção: Chácara do Rosário.
Local da construção: Estrada Velha Itu-Salto, km 1,5. Distância do centro de Itu, 3 km 13301913 Itu. Estado de São Paulo.
Local de coleta: Estrada Velha Itu-Salto, km 1,5. Distância do centro de Itu, 3 km 13301913 Itu.
Ano de fundação da Chácara: Por volta de 1756.
Sistema de aquisição: Por doação.
Doação feita pelo Sr. João Pacheco.
Ano de fundação da Fazenda: Por volta de 1756.
Datação da Fazenda: 264 anos.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Sigla oficial do fabricante: C F (Letra C e uma letra F).
Os tijolos produzidos inicialmente na Cerâmica tinham a marca J F B (Joaquim da Fonseca Bicudo Avô de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo. Depois de alguns anos a Cerâmica passou a ser administrada pelo pai de Joaquim Emídio Nogueira Bicudo. – Joaquim da Fonseca Bicudo Filho). Neste altura já havia várias cerâmicas instalada no município. Neste caso o tijolo acima é proveniente de uma outra olaria. 
Fabricante: Cleto Fanchini. Informação enviada por Carlos Fanchini.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Formato da moldura: Sextavado simples. 
Fonte:https://drive.google.com/file/d/1VIAAU9zM
PSDIWv2hRm-77d2o8DcHnI-v/view?usp=sharing
Pinto.pdf
Página nº 202
Detalhe: Identificar uma olaria não é uma tarefa fácil, pois muitas passaram grande parte de sua existência na clandestinidade sem qualquer registro oficial.
Medidas:
Comprimento: 25,0cm.
Largura: 12,0cm.
Altura: 6,3cm.
Volume: 1.890cm³. 
Peso: 2.774g.
Código Munsell: 7.5YR 3/2.
Condições da peça: Completa/Excelente.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Autoria da imagem: Rafael Machado.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 040:
Em fase de montagem.08/04/2026.

Tijolo.
Tijolo Gravado com uma Suástica.


ATENÇÃO.
A finalidade da exposição dos tijolos com essa marca tem como objetivos pesquisas de cunho histórico. Qualquer outra conotação que não seja dessa natureza é pura invenção e o MVTCA não autoriza e jamais vai compactuar com tais observações que estão ao contrário do proposto da nossa política educacional. Marco Machado. Museu Virtual do Tijolo Antigo. Obs.: A posição desse símbolo. neste tijolo não se refere ao emblema do nazismo e sim a um símbolo de origem Hindú. O símbolo do nazismo é inclinado. Vide imagem IM-257 Tijolos com a marca do partido nazista (Suástica). Dar ênfase e fatos ligados ao nazismo nunca deveriam ser destacados de forma que possam formar opiniões fora do bom senso e da crítica inteligente, mas acontecimentos errados do passado devem sim ser discutidos para que não venham a ser repetidos no presente e no futuro. “Um País sem Passado é uma País sem Futuro”.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TFCS-00983.
Número de controle: 0012.   
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Fazenda X na Cidade X.
Local da construção: X.
Ano da construção: Década de 1930. 90 anos em 2020.
Sistema de aquisição: Compra em antiquário (Antiquário Anhanguera) na cidade de Pirassununga. Estado de São Paulo.
Fabricante: Olaria da própria fazenda.
Local do fabricante: Fazenda X na Cidade X.
Data de fundação da “olaria”: Entre 1925 e 1930.
Data de atividade documentada: Sob pesquisas.
Marca oficial: Suástica Nazista (Dentro de um círculo).
Data provável da fabricação do tijolo: Entre 1930 e 1935.
Datação do tijolo: Entre 88 e 89 anos em 2021. Ano base 1935.
Descrições físicas.
Formato da moldura: Losango. Formato da moldura por Marco Machado.
Medidas:
Comprimento: 26,0cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,0cm.
Volume: 2.208cm³.
Peso: 3.144g.
Código Munsell: 10R 5/8.
Condição da peça: Completa/Excelente.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas.
Matéria prima principal: Argila. (Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O).
Quanto a composição química do tijolo temos que considerar que outros materiais podem fazer parte, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Descrição da composição química do exemplar: Sob pesquisas.
Observações complementares.
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IM-OMA-055.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________




__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________




__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 041:

Matéria. 
O Tijolo de Waterloo. 1815.


Código da imagem: WT-001.
Tijolo não faz parte do acervo da MVTA.

Waterloo’s brick. Waterloo interest a house brick with musket ball, mounted on a wooden plinth "La Haye Sainte 1815" interesting piece, probably an old tourist item. Fonte: https://www.the-saleroom.com/en-gb/auction-catalogues/lockdales/catalogue-id-lo10154/lot-e462ebeb-84cd-416b-bac4-ac92009358fe 
Detalhes: 1- Tijolo com um projétil resultante da famosa batalha. 2- La Haye Sainte é uma casa de fazenda murada, no sopé de uma escarpa na estrada Charleroi-Bruxelas. Ele mudou muito pouco desde que desempenhou um papel muito importante na batalha de Waterloo em 18 de junho de 1815.
Fonte: https://www.the-saleroom.com/en-gb/auction-catalogues/lockdales/catalogue-id-lo10154/lot-e462ebeb-84cd-416b-bac4-ac92009358fe
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 042:

Matéria e Tijolos.
Em faze de montagem.

Arqueologia no Museu das Monções. Cidade de Porto Feliz. Estado de São Paulo.


Descrições as atividades arqueológicas no Museu das Monções onde incluem pesquisas dos tijolos e das argamassas. Durante o resgate de materiais arqueológicos foram selecionados 48 tijolos, quanto as amostras das argamassas as coletas foram realizadas através do estágio voluntário, com a orientação do arqueólogo Wanderson Esquerdo. Dos 68 exemplares, 2 fazem parte do acervo do MVTA, assim como as amostras de argamassa que foram usadas nos assentamentos dos tijolos e para rebocar as paredes, são itens que fazem parte do projeto do Patrimônio Arqueológico.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Sistema de Proteção de Sítio Arqueológico.
Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

As Janelas Arqueológicas.
Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Tijolos Resgatados durante as Atividades Arqueológicas.
Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Imagens Antigas do Edifício.
Em breve.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

A Taipa.
Em breve.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 043:
Em fase de montagem.

Tijolos.
 Antigos Casarios do Parque Ibirapuera. Cidade de São Paulo.

O Parque Ibirapuera.
Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo.

   São Paulo uma cidade carente de espaços verdes e a constatação recente está posta em debate pelos urbanistas pelo menos desde meados da Década de 1920, quando se cogitou pela primeira vez a criação de um grande Parque público que atendesse a todos os seus habitantes. Tratava-se do Parque Ibirapuera, considerado o primeiro parque metropolitano da cidade. O Parque Ibirapuera foi concebido para a comemoração do IV Centenário da fundação de Só Paulo, em 1954, momento em que a cidade se arvorava da condição de metrópole moderna, em pleno vigor do Desenvolvimento. Com 1.584.000 m de Área total, localizado junto a bairros Nobres, o parque foi equipado com um conjunto de edifícios desenhados pelo Arquiteto modernista Oscar Niemeyer, destinados a abrigar exposições comemorativas. Seu projeto tem uma dimensão simbólica significativa. nele, a Arquitetura, o urbanismo e o paisagismo dialogam e constroem, em conjunto, um discurso comum.
Fonte: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.


    No dia 31 de janeiro de 2020 um colaborador esteva no Parque Ibirapuera em contato com a Sra. Darcy da administração do parque e expliquei o trabalho que estamos fazendo com tijolos antigos e prontamente ela autorizou a coletar um tijolo que estava enterrado numa área de eucaliptos na entrada do parque. 


__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.



Coleção: Marco Machado. 
Código do Patrimônio: TPI-00677. 
Número de Controle: 0074.
Designação: Material construtivo. 
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo. 
Local da construção: Área dentro do complexo do Parque Ibirapuera. Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050. 
Local de coleta: Parque Ibirapuera. 
A vinte metros do portão 9 na área dos eucaliptos. São Paulo. Detalhes: Esse exemplar está fragmentado em 7 partes e passou por um processo de restauração onde todas as partes foram coladas. Depois de um trabalho de computação gráfica será possível ter uma ideia de como era o original e assim que estiver concluído será automaticamente postado aqui. 
Início da construção: Sob pesquisa. 
Sistema de aquisição: Por doação. 
Doados pela administração do Parque. 
Fabricante: Sob pesquisas. 
Local: Sob pesquisas. Marca do fabricante: Não identificada devido as condições de desgaste da peça. 
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas. 
Datação do tijolo: Sob pesquisas. 
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas. 
Formato da moldura: Arco duplo. 
Medidas:  
Comprimento: 28,0cm. 
Largura: 14,0cm. 
Altura: 7,0cm. 
Volume: 2.154cm³. 
Peso: 4,201g. 
Código Munsell: 10R 6/12.
Condições da peça: Fragmentado. 
Mesmo  na condição de fragmentos o tijolo não perde sua importância quanto as pesquisas arqueológicas.
Matéria prima: Argila. Sistema de fabricação: Manual Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas. Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O. Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos. 
Autoria da imagem:
Rafael de Mello.
Câmera: EOS Rebel T6i - E-FS 18:55 mm. 
Código da imagem: PI-003.


Condições e localização do tijolo quando do seu resgate.
Código da imagem: PI-004.

Coordenadas:
Longitude UTM: 330452.00 m E
Latitude UTM: 7391237.00 m S

Latitude: -23.580796°
Longitude: -46.661426°
Zona 23 K.

Tijolo reconstruído digitalmente.




GEO-SAMPA:


Planta da década de 1930.
Código da imagem: PI-005.



Fonte: Google Earth-PRO/2025.
Localização do resgate do tijolo.
Código da imagem: PI-006.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código da peça: Item TPI-00676.
Número de Controle: 0073.
Local da construção: Área dentro do complexo do Parque Ibirapuera.
Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050.
Local de coleta: Parque Ibirapuera. A vinte metros do portão 9 na área dos eucaliptos. São Paulo.
Início da construção: Sob pesquisas.
Sistema de aquisição: Por doação. Doados pela administração do Parque.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local: Sob pesquisas.
Sigla do fabricante: . X . (Ponto, letra "X" ou um desenho de um "X", Ponto)
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1898.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Abaloado duplo. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte 1: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho
Medidas:
Comprimento: 25,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.154cm³.
Peso: 3.360g.
Código Munsell: 7.5YR 6/4.
Matéria prima: Argila.
Formato da peça: Completo.
Matéria prima: Argila.
Designação: Material construtivo.
Estado de conservação: Bom: X. Regular: Ruim:
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PI-007.

Abaixo as condições do tijolo acima antes da higienização.



Código da imagem: PI-007.


Amostra da argamassa do tijolo TPI-00676.


Código da imagem: PI-008.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.




Coleção: Marco Machado.
Código da peça: Item TPI-00678.
Número de Controle: 0408.
Local da construção: Área dentro do complexo do Parque Ibirapuera.
Avenida Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050.
Local de coleta: Parque Ibirapuera. A vinte metros do portão 9 na área dos eucaliptos. São Paulo.
Início da construção: Sob pesquisas.
Sistema de aquisição: Por doação. Doados pela administração do Parque.
Fabricante: Sob pesquisas.
Local: Sob pesquisas.
Sigla do fabricante: A  (Uma letra A, como se trata de um fragmento se houver outras letras, somente depois dos resultados das pesquisas será possivel deternimar a sigla inteira)
Data provável da fabricação: Segunda metade do século XIX.
Datação do tijolo: Entre 120 e 125 anos em 2019.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1898.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Estilo da moldura: Retangular ponta de lança. 
Medidas:
Comprimento: 13,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 1.140cm³.
Peso: 1.266g.
Código Munsell: 5YR 7/2.
Matéria prima: Argila.
Formato da peça: Incompleto.
Matéria prima: Argila.
Designação: Material construtivo.
Estado de conservação: Fragmento.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: PI-009.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Galeria de Imagens Atuais do Parque.





__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Publicação 044:
Em breve.
 Matéria. 
As Armadilhas das Datações.

Durante esses anos de pesquisas pude me deparar com muitas armadilhas quanto a aplicação de datações relativas aos tijolos. Podemos iniciar esta matéria descrevendo um exemplo de muitos que ocorreram e ocorrem até hoje. Gostaria de citar os tijolos encontrados no antigo Quartel da Guarda Cívica que fica no Parque Dom Pedro na Cidade de São Paulo.
Durante uma forte tempestade a parede de fundos do Quartel desabou, espalhando centenas de tijolos na rua de trás, como podemos ver na imagem abaixo.

Código da imagem: QG-00Q1.
Autoria: Rafael Machado.

Ao iniciar a coleta de dados histórico do edifício, descobri que se trata de uma construção do século XIX, mais precisamente entre 1850 e 1853, sendo sua construção inicial em taipa. Com o passar dos anos o local foi usado por várias instituições públicas e privadas, assim suas estruturas originais em parte foram trocadas, da taipa para os tijolos cerâmicos, essas mudanças podem ter iniciado a partir de 1870 e 1875. Ao coletar os tijolos e começar as pesquisas, com foco nas datações. Saímos então, em busca de documentos de compra desses tijolo, não conseguindo levantar esses dados documentais, tais como notas fiscasi oi por uma séria de razões, decidimos então, levar em consideração a época de construção, foi ai que percebi que havia cometido um erro, depois de muito tempo pesquisando as poucas plantas da construção acabei descobrindo que aquela parede não era do século XIX e sim de 1903. Vide imagem 00Q2.

Código da imagem: QG-00Q2.
Fonte: CIAP. 

Sendo assim, antes de consultar a planta acima,  conclui que os tijolos eram do século XIX, mas a planta me indicava uma outra data 1903. Poderia ter mantido uma datação relativa dos tijolos com base no século XIX, sem a indicação da planta, mas os tijolos eram sim do século XIX, pois tudo estava direcionando para um sistema milenar, que é usado até os dias de hoje, o reaproveitamento de materiais construtivos. Desta forma temos uma parede erguida em 1903 com tijolos do século XIX. Considerando a datação relativa, para este caso específico que quase se transforma numa armadilha temporal, pois haviam duas relações a serem consideradas: 1. O prédio tem sua originalidade construtiva no século XIX, 2. A parede dos fundos de onde os tijolos foram coletados, é do século XX.
Este é só um das dezenas de armadilhas cronológicas que podem acontecer se o pesquisador não estiver intimamente ligado a esses fatos históricos, e propenso a não ir a fundo nos levantamentos de dados para as pesquisas. Datar tijolos antigos sem qualquer fonte escrita é uma atividade que exige uma atenção especial do arqueólogo, pois este deve buscar por mais informações para determinar a data de fabricação de um tijolo.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 045:
Em breve.
Em fase de catalogação. Arqueologia.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 046:

Tijolos.
Tijolos. Museu Ipiranga da USP. Bairro do Ipiranga. Cidade de São Paulo.

A História da Construção. 

Ficha técnica: Edifício: Museu Paulista da Universidade de São Paulo ou Monumento do Ipiranga Localização: Ipiranga, zona sul de de São Paulo. Arquitetos responsáveis: Tommaso Gaudenzio Bezzi e Luigi Pucci. Período em que foi projetado e construído: 1883 à 1890. Histórico: A idéia da construção de um monumento que perpetuasse a memória da Independência do Brasil surgiu em São Paulo, logo após o 7 de setembro de 1822. Em 1824, Lucas Antônio Monteiro, mais tarde Visconde de Congonhas do Campo, na qualidade de Presidente da Província, dirigia-se à população pedindo contribuições voluntárias que seriam aplicadas na construção do Monumento do Ipiranga. Por determinação do Imperador Dom Pedro I, o monumento deveria ser erigido no próprio sítio do Ipiranga, no mesmo local do Grito da Independência. Perpetuar a memória da Independência foi uma preocupação constante dos Presidentes de Província por todo o decorrer do século XIX. Porém, a falta de recursos decorrente de desequilíbrios políticos e econômicos retardava a realização do projeto. As comissões oficiais nomeadas para esse fim pouco fizeram, e mesmo a Sociedade Zeladora da Glória do Ipiranga, organizada em 1861, teve curta duração. A partir de 1870, foram intensificados os esforços para a concretização da obra. Por ordem do Presidente da Província, Visconde do Bom Retiro, em 1872, o engenheiro Carlos Rath procedeu ao levantamento topográfico do terreno e a pedra fundamental, lançada em 1825, foi retirada e levada ao Palácio do Governo e somente reposta em 1875. Porém, sérios obstáculos impediam a continuidade do trabalho, pois o esboço apresentado por Bezzi provocara uma longa discussão entre o autor e a Comissão. Enquanto esta desejava um edifício que, além de ser um símbolo, abrigasse também uma escola, o arquiteto insistia na construção de um palácio. Por fim, o Presidente da Província, Francisco de Carvalho Brandão, em 1883 aprovou o projeto de Bezzi. Mesmo assim, somente em março de 1885, o Presidente da Província, José Luís D’Almeida Couto, ordenou que se iniciassem as obras do monumento do Ipiranga, executando-se o projeto de Bezzi, já aprovado também pelo Imperador Dom Pedro II. Para dirigir a construção do edifício, que seria o marco da Independência do Brasil, foi contratado o arquiteto Luigi Pucci e ao engenheiro Stevaux coube o traçado de uma "estrada de comunicação entre a Capital e a colina do Ipiranga". 

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

O Tijolo.




Tijolo acima e original da construção do Museu Paulista da USP doado ao nosso acervo pelo Sr. Jorge Pimentel. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. 

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TMI-00570.
Número de controle: 0210.  
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Sistema de doação: Doado pelo Sr. Jorge Cintra Pimentel Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Construção: Museu Paulista da USP. Museu do Ipiranga.
Local: Rua dos Patriotas, 20 - Vila Monumento, São Paulo .
Sigla oficial do fabricante: F . R . (Letra G e uma letra P).
Local do fabricante: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Freguesia do Ó. São Paulo.
Data provável da fabricação do tijolo: Entre 1885 e 1887.
Datação do tijolo: Ano Base 1886. Entre 135 e 136 anos.
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Sextavado arqueado composto. Descrição do formato por Marco Machado.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.411cm³.
Peso: 3.770g.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Condição da peça: Completa/Excelente.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Manual.
Tipo de forma/moldagem: Manual com formas de madeira ou ferro.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: TMI-0845.
Francisco Rosa.
Local: Endereço completo sob pesquisas. Bairro da Freguesia do Ó. São Paulo.
Fonte 1: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-04022015-113635/publico/2014_NataliaMariaSalla_VOrig.pdf
Tabela 1 – Olarias identificadas na cidade de São Paulo entre as décadas de 70 e 80 do século XIX. Trabalho de NATÁLIA MARIA SALLA.
Fonte 2: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829013&Pesq=olaria&pagfis=279
Jornal: Novo Almanach de São Paulo : Para o Anno de 1883 (SP) - 1882. Ano 1882\Edição 00001 (1).
Data de fundação da olaria: Anterior a 1878.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Data de atividade documentada: 1878.
Sigla oficial do fabricante: F . R .


Tijolo com a mesma identificação encontrado no acervo da USP.
Com cerca de 430 anos de história, a Freguesia do Ó é uma das regiões mais antigas de São Paulo. Seu nome remete ao ano de 1796, quando Dona Maria I, rainha de Portugal, mandou dividir a Freguesia da Sé, até então a única da Vila de São Paulo, em três partes, dando origem ao bairro que homenageia a Nossa Senhora do Ó. 
Fonte: Acervo do museu da USP.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Fabricado a partir de 1910.


Obs.:
Apesar de estar na lista arqueológica dos tijolos encontrados na construção do Museu Ipiranga, deixando parecer que ele fez parte da construção inicial, tijolos com essa marca só começaram a ser produzidos em 1910. A construção terminou em 1890.

"Obra iniciada em em março de 1885".
Fonte: www.independenciaoumorte.com.br/comercio-e-servicos/item/148-fatos-históricos-7.html
"As obras encerraram-se em 15 de novembro de 1890, no primeiro aniversário da República".
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=439475
_____________________________________________________________________________________________________________________________________






Em São Paulo, as construções de taipa predominaram até a segunda metade do século 19, quando o tijolo começou a ganhar importância. Aparentemente, várias olarias forneceram matéria-prima para a construção do Edifício-Monumento, inaugurado em 1895. No monitoramento arqueológico das obras de restauro no Museu do Ipiranga, foram identificados, tanto na área interna quanto na externa, tijolos que foram exumados pela Scientia Consultoria Científica. Um deles traz marcado “𝗜 * 𝗠” (foto 1), que aponta a olaria dos Irmãos Martorelli, uma família de italianos que se instalou na Fazenda São Caetano, em 1877. O local oferecia uma argila excelente e os imigrantes começaram a fabricar telhas, tijolos e louças. O outro, nomeado “A. P. Rodovalho” (foto 2), identifica a fábrica de Antônio Proost Rodovalho. Aberta em 1883, em Caieiras, produzia além de tijolos, telhas, manilhas, cal e outros materiais resultantes da extração de pedreiras.
#PraTodosVerem: A imagem, com fundo preto, traz duas fotos dos tijolos citados no texto deste post. Eles são avermelhados e têm as inscrições I * M e Fábrica de A. P. Rodovalho São Paulo. Na imagem foi adicionado digitalmente o texto "Arqueologia: tijolos"


_____________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 047:
Em breve.
Em fase de catalogação. Arqueologia.
____________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 048:
Tijolos.
Vila Elvio. Cidade de Piedade. Estado de São Paulo.

Em fase de catalogação.




História da Vila Elvio.

Em 1.930 Luigi, que residia na cidade de Araraquara, visitou a cidade de Piedade e encontrou muitos italianos morando e trabalhando no local. Ao conhecer a zona rural, ficou encantado com o bairro Sarapui, em especial, com a variedade de árvores e abundância de água. Devido a isso, em 08/12/1.933, Luigi comprou da família Godinho 2.221,191 hectares de terras, sendo que boa parte era mata nativa. Seu propósito era criar uma colônia italiana em sua fazenda. Em 1.936, ele deu início a uma pequena serraria, tocada por uma Roda D'Agua, fabricando ali cadeiras anatômicas. Luigi passou a dedicar-se inteiramente no desenvolvimento da vila, tendo reunido pessoas especializadas para construir a grande fazenda.

A Usina.

Como seu grande objetivo era atrair pessoas, concluiu que precisava gerar empregos. Por isso, deu início ao processo de desenvolvimento da vila, por meio da geração de energia! Para tanto, reuniu mão de obra qualificada para pesquisas e projetos, do local em questão. Hermano Ruzzi, um engenheiro italiano, participou ativamente no desenvolvimento da usina que, para ser finalizada, precisou também ser assinada por um engenheiro brasileiro. Outro personagem importante para o desenvolvimento da vila, usina e telefonia, foi Mario Suriani, formado em Agrimensura, na Escola Agrícola de Pescara - Italia. A Usina Azul foi construída aproveitando a queda do Rio do Peixe. Localizada a 13 km do centro da vila, foi projetada com um alternador que produzia 500 KW, podendo dobrar sua capacidade. Atualmente (não sei exatamente se essa informação é atual) seu consumo não chega a 50%. Em 1.939, a usina inciou a distribuição de energia para algumas casas da vila e para a Indústria de Cama Patente.

Cama Patente

Inicialmente a fábrica produzia camas de alto padrão, sendo restrita a um público com alto poder aquisitivo. Mais tarde, a industria passou também a produzir camas em larga escala, com preços competitivos. Esta cama se pulverizou rapidamente no Brasil, chegando a ser produzidas 35.000 / mês. O fato era que, nesta época, não existia colchão. Normalmente, usava-se capim no lugar. A Cama Patente era a única que fabricava a cama com molas fixas! A fábrica logo instalou uma matriz em São Paulo, no Bairro do Bom Retiro, e chegou a contar com mais de 700 funcionários! Na indústria, o número de trabalhadores chegou a 200 pessoas. A empresa tinha 80 caminhões para entrega dos produtos da indústria, pelo Brasil. Sobre a cama, achei interessante que ela foi projetada em 1.915 pelo espanhol Celso Martinez Carrera, para uma clínica de Araraquara, que precisava substituir as antigas camas de ferro, importadas da Inglaterra. No entanto, Carrera não teve o cuidado de patentear sua criação. Por isso, o móvel acabou sendo patenteado por Líscio, que manteve sua produção até 1.968.

Fonte: https://kaujak.blogspot.com/2017/06/vila-elvio-piedade-04062017.html

__________________________________________________________________________________________________________________________________

Local onde os tijolos foram regatados.



Código da Imagem: VE-xxx
__________________________________________________________________________________________________________________________________


J  ESTRELA L
Imagem em breve

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVEL-00230.
Número do Patrimônio: 0414.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Sistema de doação: Doado pelo Sra. Luiza Bassi.
Construção: Residêncial.
Local: Área rural da Cidade de Piedade. Estado de São Paulo.
Sigla oficial do fabricante: J  ★  L (Uma letra J, uma estrela e uma letra L).
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Ano Base 1886. Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Em análises.. (Estilo sugerido MVTA). 
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 12,5cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.153cm³.
Peso: 2.936g.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Condição da peça: Completa/Excelente.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas..
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: VE-xxx

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

V  ponto E
Imagem em breve.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TVEL-00231.
Número do Patrimônio: 0413.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Sistema de doação: Doado pelo Sra. Luiza Bassi.
Construção: Residêncial.
Local: Área rural da Cidade de Piedade. Estado de São Paulo
Sigla oficial do fabricante: V  E.  (Uma letra V, e uma letra E).
Local do fabricante: Sob pesquisas.
Data provável da fabricação do tijolo: Sob pesquisas.
Datação do tijolo: Ano Base 1886. Sob pesquisas.
Data de fundação da Olaria: Sob pesquisas.
Período de atividade da olaria: Sob pesquisas.
Data de encerramento das atividades: Sob pesquisas.
Descrições físicas:
Formato da moldura: Em análises. (Estilo sugerido MVTA). 
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 12,4cm.
Altura: 6,5cm.
Volume: 2.135cm³.
Peso: 2.719g.
Código Munsell: Sob pesquisas.
Condição da peça: Completa/Excelente.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Sob pesquisas.
Tipo de forma/moldagem: Sob pesquisas..
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Rafael de Mello.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da Imagem: VE-xxx





Imagem do local onde o tijolo foi coletado.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Imagens da vila Elvio, fotgrafado pelo colaborador Rafel de Mello.
2026.



Imagem VE-004
Descrições:
X

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Imagem VE-004
Descrições:
X

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Imagem VE-004
Descrições:
X

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Imagem VE-004
Descrições:
X

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________




Imagem VE-004
Descrições:
X

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Imagem VE-004
Descrições:
X

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Imagem VE-004
Descrições:
X

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Publicação 049:

Matéria.
Fluxograma da Indústria Cerâmica.

A cadeia da industria cerfunica pode ser utilizada como referencia para uma Amilise de Cicio de Vida (Figura 1.2), "expressiio us ada para se referir a todas as etapas e processos de um sistema de produc;iio ou de servic;os englobando toda a cadeia de produc;iio e consumo, considerando o consumo de energia, materias-primas e produtos auxiliares; aspectos dos sistemas de transportes e logistica, caracteristicas da utilizac;iio, manuseio e embalagem, marketing e consumo, sabras ou residuos e suas respectivas reciclagens ou destino final" (MMA- BRASIL/2002). Segundo SOARES e CASTILHOS (2002) a analise do ciclo de vida e uma tecnica para avalia<;ao dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a urn produto, compreendendo etapas que vao desde a retirada da natureza das materias-primas elementares que entram no sistema produtivo, a disposi<;ao fmal do produto. Essa ferramenta permite ainda: estabelecer uma base de informa<;oes sobre as necessidades totais de recursos, consumo de energia e emissoes; identificar aspectos em algum processo ou produto onde sejam possiveis redu<;oes nas necessidades de recursos e emissoes, alem de auxiliar no desenvolvimento de novos produtos, processos ou atividades que reduzam efetivamente as necessidades de recursos e/ou emissoes.

Fonte primária: https://repositorio.unicamp.br/Resultado/Listar?guid=1776945510499

Fonte: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE GEOCIENCIAS em Geociencias Area de e Politica de Recursos Minerais CLAUDIADESOUZASANTOS A INDUSTRIA CERAMICA EM BARRA BONITA (SP) E SUAS RELA(:OES COM A USINA HIDRELETRICA DE BARIRI: PANORAMA E PERSPECTIVAS.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Publicação 050:
Tijolo. 

Imperial Olaria. Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas. Estado de São Paulo
Em fase de catalogação.

História. Em Campinas, Antonio Carlos Sampaio Peixoto, de nacionalidade brasileira e fazendeiro, havia fundado entre 1867 e 1868 uma olaria, uma ferraria, uma fundição de ferro e uma oficina mecânica. A oficina mecânica produziu máquinas para beneficiar café, engenhos completos para moer cana, peças de tornos, transmissões, parafusos e ferragens para carros. No início dos anos 1870, a ferraria, fundição e oficina mecânica empregavam 22 artesãos. Ainda assim, a principal atividade da firma de Antonio Carlos Sampaio Peixoto parece ter sido a olaria. Em 1875, possivelmente a única atividade da firma foi a fabricação de tijolos pela olaria. Em 1879, Sampaio mudou-se para Limeira para administrar uma fazenda de seu pai, sendo que a olaria voltou a funcionar entre 1882 e 1886 sob a administração de Joaquim Olavo de Sampaio, filho de Antonio Carlos (CAMILLO, 1998, p.66-69).

Em Rio Claro, Felippe Leonardo, Jeorge Petri, João Henrique Reiff e Samuel
Kreiner exerciam a profissão de maquinistas e possuíam fábricas de máquinas em 1873 (LUNÉ, 1985, p. 515).
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/neco/v22n3/a03v22n3.pdf
Página nº 499.
Michel Deliberali Marson Professor da Unifal-MG e doutor em Economia pela FEA-USP Origens dos empresários da indústria de máquinas e equipamentos em São
Paulo, 1870-1900. Fonte: http://www.scielo.br/pdf/neco/v22n3/a03v22n3.pdf
Em 1875 a fábrica foi visitada por D. Pedro II, o qual autorizou o uso nas peças do Brasão Imperial.
Fonte: http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2008/11/personagem-antonio-carlos-sampaio.html
Dia da Inauguração 02 de dezembro 1867.
Fonte:
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=090972_03&PagFis=203&Pesq=olaria Citado no Jornal Correio Paulistano. Ano 1870. Edição 04130-1



Código da imagem: IPO-002.


Vista geral da Olaria, e Ferraria onde se vê a casa em que está a roda hydraulica
Rosen, Henrique, m. 1892; Peixoto, Antonio Carlos de Sampaio, m. 1914



__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________




Desenho a lápis para resgistro arqueológio. Autor: Marco Machado.

Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIOC-00301.
Número de Controle: 0185.
Construção: Sob pesquisas.
Tijolo adquirido em antiquário, portanto a sua origem, isto é, a construção que ele pertencia, por enquanto está sob pesquisas.
Local da Olaria Antonio Carlos Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas. Estado de São Paulo.
Número da peça no inventário do acervo. FIP-00XXXX.
Sistema de aquisição: Compra no Antiquário Anhanguera. Cidade de Pirassununga -SP.
Fabricante: Sampaio Peixoto.
Sigla do fabricante: Letra "I" Brasão do Império Letra "O".
Local do fabricante: Cidade de Campinas. Estado de São Paulo.
Data provável da fabricação do tijolo: Entre 1875 e 1877, pois foi em 1875 que Dom Pedro visitou a olaria e autorizou a fazer tijolos marcados com o Brasão do Império.
Datação do tijolo: Sob pesquisas. Neste caso sua datação fica no período que compreende a existência da olaria que vai desde sua fundação até seu fechamento que é entre 1867 ano da sua fundação até sua paralisação em 1879 voltando a funcionar em 1882.
Datação do tijolo: 145 anos em 2020.
http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1867. 
Período de atividade da olaria: Por volta de 33 anos.
Data de encerramento das atividades: Por volta de 1900.
Data de atividade documentada: 1875/1877. 
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. 
Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 29,6cm.
Largura: 14,0cm.
Altura: 7,5cm.
Volume: 3.108cm³.
Peso: 4.926g.
Código Munsell: 7YR 5/8.
Formato da peça: Completa.
Matéria prima básica: Argila.
Sistema de fabricação: Mecanizada.
Tipo de forma/moldagem: Mecanizada.
Designação: Material construtivo.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Íntegro.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IPO-005.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Coleção: Marco Machado.
Código do Patrimônio: TIOC-00766.
Número de Controle: 0024.
Designação: Material construtivo.
Tipo: Tijolo Cerâmico Antigo.
Construção: Não consta. Tijolo adquirido em antiquário, portanto a sua origem, isto é, a construção que ele pertencia, por enquanto está sob pesquisas.
Local da Olaria Antonio Carlos Sampaio Peixoto. Cidade de Campinas - SP.
Sistema de aquisição: Compra no Antiquário Anhanguera. Cidade de Pirassununga -SP.
Fabricante: Sampaio Peixoto.
Sigla oficial do fabricante: Letra "I" Brasão do Império Letra "O".
Local do fabricante: Cidade de Campinas - SP.
Datação do tijolo: Data base 1880. Entre 140 e 141 anos em 2021.
Em 1875 que Dom Pedro visitou a olaria e autorizou a fazer tijolos marcados com o Brasão do Império.
Um exemplar desse tijolo faz parte do Acervo do Museu Casa Guilherme de Almeida.
http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/
Data de fundação da Olaria: Anterior a 1867. 
Período de atividade da olaria: Por volta de 33 anos.
Data de encerramento das atividades: Por volta de 1900.
Data de atividade documentada: 1875/1877. 
Formato da moldura: Sextavado simples. Formato citado no trabalho de Solange Bezerra Caldarelli. Fonte: https://scientiaconsultoria.com.br/site2009/pdf/estudos/Livro_Carvalho_
Pinto.pdf 
Página nº 202.
Descrições físicas.
Medidas:
Comprimento: 26,5cm.
Largura: 13,0cm.
Altura: 7,0cm.
Volume: 2.411cm³.
Peso: 3.770g.
Código Munsell: 7. 5YR 4/10.
Formato da peça: Completa.
Matéria prima: Argila.
Sistema de fabricação: Mecanizado.
Tipo de forma/moldagem: Mecanizado.
Matéria prima principal: Argila. Fórmula química: Al2O3 · 2SiO2 · H2O.
Temos que considerar que outros materiais podem fazer parte da composição do tijolo, tanto os inorgânicos como os orgânicos.
Estado de conservação: Bom.
Observações complementares:
Autoria da imagem: Marco Machado.
Câmera: Canon EOS Rebel T6i. E-FS 18:55 mm.
Código da imagem: IPO-006.

Parte de trás do tijolo acima.




__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Nenhum comentário:

Postar um comentário